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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

● O Pará é imbatível em crimes covardes sem solução - Um estado sem Lei, sem ordem, meu irmão foi assassinado, fazem 9 anos e até hoje os assassinos estão rindo de promotores e juízes

● FAMÍLIA COBRA JUSTIÇA POR CRIME COVARDE EM TOMÉ-AÇU – ADVOGADO E EMPRESÁRIO FORAM ASSASSINADOS COVARDEMENTE EM 2013 - Familiares do advogado Jorge Pimentel e do empresário Luciano Capácio, assassinados em Tomé-Açú, em 2013, preparam uma grande manifestação para cobrar Justiça no caso. O crime completa três anos na quarta-feira, 2 de março, e o júri dos acusados ainda não foi marcado. Os réus são o ex-prefeito de Tomé-Açu, Carlos Vinícius de Melo Vieira (PMDB), e seu pai, o empresário Carlos Antônio Vieira, madeireiro no município de Paragominas, o caso é acompanhado de perto pela OAB-PA. Veja aqui a matériacompleta ▼


Familiares espalharam outdoors pela cidade de Tomé-Açu

Familiares de advogado e empresário preparam manifestação

Vítimas foram assassinadas em Tomé-Açú a mando de ex-prefeito. OAB acompanha o caso

Por: Redação ORM News


Familiares do advogado Jorge Pimentel e do empresário Luciano Capácio, assassinados em Tomé-Açú, em 2013, preparam uma manifestação na próxima semana para cobrar Justiça no caso. O crime completa três anos na quarta-feira, 2 de março, e o júri dos acusados ainda não foi marcado. Acusados de serem os mandantes do duplo assassinato, lideram a lista dos réus o ex-prefeito de Tomé-Açu, Carlos Vinícius de Melo Vieira (PMDB), e seu pai, o empresário Carlos Antônio Vieira. Empresário do ramo madeireiro no município de Paragominas, Raimundo Barros Araújo, o Raimundinho, é apontado como agenciador, que teria contratado os pistoleiros Wellington Ribeiro Marques e Carlos André Magalhães, o 'Andrezinho'. O caso é acompanhado de perto pela OAB-PA (Ordem dos Advogados do Brasil), já que Pimentel era advogado atuante no Vale do Acará e Belém.
O juiz Jonas da Conceição Silva, que atua na Comarca do município desde janeiro do ano passado, informou que faltam apenas duas testemunhas para serem ouvidas, o que deve acontecer em algumas semanas. Elas são uma policial militar, em defesa da vítima Luciano Capácio, e o empresário José Leonardo dos Santos Carvalho, que tinha sido ameaçado de morte por Carlos Vinícius. Concluída essa fase de oitivas, o magistrado prevê que a sentença sobre a pronúncia ou impronúncia devera ser divulgada até junho ou julho. Se pronunciados, o juiz define a data para o julgamento.
O processo estava emperrado por que os advogados de defesa de Carlos Vinícius e Carlos Antônio solicitaram que fosse excluídos dos autos telefonemas interceptados pela Polícia Civil, durante as investigações, nos quais os acusados conversavam com seus advogados a respeito do assunto. A solicitação foi acatada e o processo voltou a seguir seu rito normal.
O crime - Segundo a polícia, o crime foi motivado por desavenças políticas, já que o empresário retirou apoio político ao prefeito, pois Luciano almejava a presidência do PSDB na região, para ser candidato a prefeito de Tomé-Açu. O prefeito retaliou, cancelando contratos para o aluguel de maquinário do empresário, e este, ao lado do advogado, denunciou irregularidades em contratos de um empreendimento do grupo que pertence ao pai do prefeito.
Na denúncia consta que os réus Carlos Vinicius de Melo Vieira e Carlos Antônio Vieira, encomendaram a Raimundo Barros de Araújo, sócio de Carlos Vinicius no ramo madeireiro, a morte do advogado e do empresário. Raimundo, por sua vez, contratou os pistoleiros para execução do crime. 
Segundo a polícia, Luciano Capácio foi baleado por dois homens no dia 2 de março de 2013, enquanto estava no interior de um bar, em Tomé-Açu. Já o advogado Jorge Pimentel foi morto na rua, na esquina próxima ao bar, ao tentar fugir dos executores, mas foi surpreendido por um terceiro criminoso que estava em frente ao bar.
O cearense Davi Paulino dos Santos, conhecido como 'Cavalinho', é apontado como o terceiro pistoleiro. Jorge Augusto da Silva é acusado de ser a pessoa que deu apoio aos pistoleiros na fuga e que ficou com a arma do crime e a moto usada na fuga.

Depois de passar quase um mês preso no presídio estadual metropolitano I, em Marituba, Carlos Vinícius conseguiu um habeas corpus, concedido pelo ministro Marco Aurélio de Melo, do Supremo Tribunal Federal (STF), e foi solto em dezembro de 2013. A liminar beneficiou os outros acusados de envolvimento no crime.(ORM News)

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