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quarta-feira, 16 de março de 2016

● Senador faz a maior caguetagem da história do Brasil – Entregou os maiores lariquentos da política brasileira sem dó, sem piedade - Resta saber se algum deles vai chegar a ir para o xilindró

SENADOR TUCANO QUE VIROU PETISTA ABRIU O BICO E ENTREGOU A CAMBADA TODA
O senador hoje sem partido, Delcídio do Amaral, não aguentou a pressão do xilindró, caguetou todos os lariquentos e suas patifarias, o mato-grossense usou a delação premiada para lhe beneficiar e esculhambar o coreto dos políticos que conviveram em sua volta, não poupou ninguém, meteu o sarrafo, agora está todo mundo bronqueado na Lava Jato, que como a maioria dos caguetados tem foro privilegiado, vão ter que ser investigados pela Suprema Corte.
MICHEL TEMER E FHC
O senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) dedicou um dos anexos de sua delação premiada para relatar supostos ilícitos cometidos pelo vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) e intitulado “Michel Temer e o escândalo da aquisição de etanol na BR Distribuidora”, que teria ocorrido durante o governo Fernando Henrique Cardoso, segundo Delcídio.  “Delcídio do Amaral sabe que um dos maiores escândalos envolvendo a BR Distribuidora foi a aquisição ilícita de etanol no período de 1997 a 2001”, relatou o senador no anexo 16. Segundo o senador, o principal operador do suposto esquema foi João Augusto Henriques, ex-diretor da BR Distribuidora preso e processado por corrupção na Petrobras. “O ‘padrinho’ de João Henriques no esquema do etanol foi Michel Temer, atual vice-presidente da República. A relação entre João Henriques e Michel Temer é antiga e explica a sucessão de Nestor Cerveró na Diretoria Internacional da Petrobras. João Augusto foi o primeiro indicado para essa diretoria para substituir Cerveró.
AÉCIO NEVES
Delcídio também disse na delação que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi beneficiário de um "grande esquema de corrupção" na estatal Furnas.
Esse esquema, segundo Delcídio, era operacionalizado por Dimas Toledo, ex-diretor de engenharia de Furnas, e que teria “vínculo muito forte” com Aécio. "Questionado ao depoente quem teria recebido valores de Furnas, o depoente diz que não sabe precisar, mas sabe que Dimas operacionalizava pagamentos e um dos beneficiários dos valores ilícitos sem dúvida foi Aécio Neves, assim como também o PP, através de José Janene; que também o próprio PT recebeu valores", diz o texto da delação premiada.
MERCADANTE E RENAN
Delcídio afirmou que houve uma tentativa do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, de oferecer ajuda política e financeira para evitar que o parlamentar petista firmasse o acordo de delação premiada. Segundo a delação, o ministro fez a oferta em conversas com um assessor de Delcídio, que gravou os diálogos. “[Mercadante] disse a Eduardo Marzagão para o depoente ter calma e avaliar muito bem a conduta a tomar diante da complexidade do momento político; que a mensagem de Aloízio Mercadante, a bem da verdade, era no sentido do depoente não procurar o Ministério Público Federal, para, assim, ser viabilizado o aprofundamento das investigações da Lava Jato”, afirma o documento. O senador petista afirma ainda, na delação, que acredita que Mercadante agiu como “emissário de Dilma Rousseff”, em função da confiança que a presidente da República tem no ministro da Educação. Em um dos depoimentos, Mercadante a um dos assessores do senador sul-matogrossenese que intercederia junto a Renan Calheiros para elaborar uma maneira de fazer com que os senadores revogassem o aval da Casa para que o então senador do PT fosse preso. "Por que é que não pede reconsideração ao Senado? Pode?", questionou o ministro ao auxiliar de Delcídio. "Acho que não", pondera o assessor. "Em política, tudo pode", ressalta Mercadante. (Com informações do G1 e da Exame)

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