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quarta-feira, 13 de abril de 2016

● PRESCREVEU - Renan respondia por forjar documentos para justificar o dinheiro que pagava pensão a amante Mônica Veloso, recebido de construtora. No processo, também era acusado de enriquecimento ilícito – a denúncia misteriosamente nunca foi recebida pelo STF

PGR DIZ AO STF QUE PARTE DE ACUSAÇÕES CONTRA RENAN PRESCREVEU
A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer no qual indica que parte dos crimes pelos quais o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi denunciado no caso Monica Veloso já prescreveu. O Supremo precisa agora confirmar se houve ou não prescrição no caso. A denúncia foi oferecida pela PGR em 2013, mas até hoje ainda não foi recebida pelo STF. Renan é acusado de cometer os crimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso. Segundo o documento da PGR, prescreveram os crimes com base no uso de documentos pessoais. A acusação remonta o escândalo que está sob investigação desde 2007, pelo suposto recebimento, pelo parlamentar, de propina da construtora Mendes Júnior para apresentar emendas que beneficiariam a empreiteira. Em troca, a empresa pagou as despesas da jornalista Monica Veloso, com quem o peemedebista manteve um relacionamento extraconjugal e teve uma filha. Para comprovar um ganho de R$ 1,9 milhão, na ocasião Renan apresentou recibos de venda de gado em Alagoas. Os documentos foram apresentados ao Conselho de Ética do Senado. A suspeita dos investigadores é de que as notas sejam frias, com falsificação dos documentos para justificar o patrimônio. (Estadão Conteúdo)

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