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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

● Cunha não quer sair do xilindró da PF em Curitiba – A defesa dele entrou no STF nesta segunda (19) para impedir que o juiz Moro mande ele para o juquirizal - A Dilma tá bem passeando... eram para estarem no bem bom, mandando na nação, mas quando a cabeça não pensa o corpo é que padece

DEFESA PEDE SUSPENSÃO DE TRANSFERÊNCIA DE CUNHA PARA PINHAIS
A defesa do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira, 19, a suspensão da transferência do ex-presidente da Câmara da sede da Polícia Federal em Curitiba para o Complexo Médico Penal (CMP), na região dos Pinhais, no Paraná – presídio estadual que tem recebido os réus da Lava Jato. O ex-deputado, preso há exatos dois meses, foi transferido nesta segunda-feira, 19, por determinação do juiz Sergio Moro, da 13.ª Vara Federal de Curitiba, a pedido da Polícia Federal. A polícia argumentou que há superlotação na própria sede, como justificativa para transferir Cunha, o ex-tesoureiro do PP João Claudio Genu e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro para o CMP. Dos três, só Cunha foi transferido. A defesa quer que Cunha volte para a sede da PF porque entende ser importante para a comunicação com o cliente. No pedido, os advogados sustentam que os motivos apresentados – sobretudo, a superlotação – para transferi-lo são frágeis. Dizem os advogados que Cunha foi o último dos três citados a chegar à sede da PF, então os outros deveriam ser transferidos antes dele. Destacam também que Cunha é “o único dos três custodiados que não sofreu responsabilização penal, ou, melhor dizendo, juízo de culpa definitivo, tendo sobre si – é necessário frisar – toda a extensão do manto da determinação constitucional da não-culpabilidade”. “Percebe-se, de fato e sem nenhuma dificuldade, que ao ora requerente é dispensado tratamento mais gravoso do que àqueles que já sofreram processo de imputação de responsabilidade, o que, na mesma medida que evidencia desproporcionalidade, ressalta a ilegalidade”, disse a defesa do deputado. (Estadão)

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