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segunda-feira, 24 de abril de 2017

● Em pensata se queixando da sorte no Facebook, o governador do Pará Simão Jatene ataca a família Barbalho – Em outras palavras ele diz: “esse cara do cavanhaque não sou eu”.

Certa ocasião, o escritor e primeiro-ministro britânico no século XIX, Benjamin Disraeli disse que: "O momento exige que os homens de bem tenham a audácia dos canalhas". O Brasil desses tristes tempos parece viver esse momento, se ainda quisermos salvar algo  positivo nessa  década.  
O emaranhado de crises: fiscal, econômica, social, política,  ética, etc. que tem corroído nossas entranhas, potencializou e revelou uma profunda Crise de Sociedade, na qual valores civilizatórios estão colocados em xeque e sem os quais não há saída. Ou qualquer saída será apenas aparente, frágil, episódica.
Nesse quadro, a corrupção deixa de ser pontual, desvio isolado de comportamento, e assume  toda sua gravidade como endemia, instalada e disponível inclusive para o próprio exercício de um poder que no imaginário de alguns detentores, é sem regras e limites.  
A confiança como linha que costura relações e fortalece o tecido social é destruída, e se impõe eliminar ou cooptar os diferentes e divergentes, na vã esperança de garantir à velha política uma sobrevida. Os canalhas, novos e velhos, na eminência de verem ruir seu mundo, frustrando seus inconfessáveis desejos, incapazes de convencer até a si próprios, mergulham no desespero e ensandecidos, tentam por todos os meios negar seus passados ainda que para isso tenham que se travestir e beirar o ridículo.
Sabedores, no íntimo, que suas fortunas mal explicadas e impérios construídos sobre pântanos, não podem parar a história, se utilizam da audácia, que é o que lhes resta, para tentar intimidar, ameaçar, enxovalhar, confundir, como último ato da ópera bufa que resumiria suas vidas, não fosse o mal que tanto causaram a nossa gente.
Paraenses,  
Há pelo menos 4 anos, ininterruptos, vocês tem acompanhado, quase diariamente, o império de comunicação inexplicavelmente construído por alguns membros da família Barbalho - e faço questão do destaque para não ser leviano ou injusto - empreender uma mentirosa e deslavada campanha para denegrir minha imagem e da minha família, sem falar na quase  paranoica tentativa de desqualificar o governo e destruir o conceito do nosso Estado.
Não escondendo o ódio pela derrota nas eleições e sem conseguir disfarçar o ressentimento com a população, tal grupo, desrespeitando a inteligência dos paraenses, já chegou até a divulgar no seu império de comunicações foto de uma criança numa caixa de sapatos, obtida em um hospital de Honduras, como se fosse da nossa Santa Casa.
Mas em mentiras e vilanias, eles são sempre capazes de se superar. E a motivação pra isso veio com a recente delação de envolvimento dos dois expoentes do grupo na operação lava-jato.
Paraenses,  
Apesar dos vídeos e imagens amplamente divulgadas em todos os veículos de comunicação do País, um dos protagonistas das referidas matérias, mesmo tendo sido nominado várias vezes pelos delatores que destacaram inclusive não ter havido intermediário no seu favorecimento, insiste em dizer que "ele não é ele" e, não satisfeito, concluir que “ele sou eu". Como se fosse possível fugir da  realidade, e encenar uma cópia barata do chamado teatro do absurdo dos anos 60.
Não, caro ator de duvidoso talento, somos diferentes, aliás, muito diferentes. Histórias diferentes, pais diferentes, valores diferentes, sonhos diferentes, caráter diferente. E o povo do Pará já provou saber disso. (Perfil do Facebook)          
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