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quarta-feira, 24 de maio de 2017

● Desabafo do filho do advogado assassinado em Itaituba Raimundo Messias Oliveira Souza (Dinho), o crime aconteceu em 2003, Márcio que é advogado demostra sua decepção com o resultado do tribunal do júri que absolveu o empresário da acusação do crime de homicídio.

SAIBA COMO OCORREU O CRIME AQUI ▼

● SEGUNDO AS INFORMAÇÕES VEICULADAS NA ÉPOCA, Raimundo Messias trabalhava como advogado para a Cooperativa de garimpeiros de Ouro Roxo e em função de uma discórdia entre dois, por conta de problemas que iniciou com a sub locação de um trator de propriedade do empresário Ronaldo Moreira, os ânimos se acirraram levando ao assassinato de Dinho. Só pra lembrar, na época, Dinho estava respondendo na condicional pelo assassinato do também advogado Valter Cardoso. O que levanta suspeitas de que Dinho teria sido assassinado, não por conta da falta de pagamento do trator negado pelos garimpeiros da cooperativa ao empresário Albenor, como teria confessado, mas por queima de arquivo, já que o empresário Moreira, também foi acusado como um dos mandantes da morte de Valter Cardoso. Se um crime tem ligação com o outro, mais tarde se saberá. Mas, por enquanto o que rola é a historia da divida: o empresário Albenor Moura, que era cobrado por Moreira (o proprietário do Trator) e, por sua vez cobrava o advogado Raimundo Messias, que cobrava da cooperativa que se negava a pagar por conta de falhas no motor do trator que, por sinal, sumiu da jogada. O empresário Albenor devolveu o referido equipamento para o empresário Moreira, mas durante a viagem teria se desprendido da balsa e afundado no rio Tapajós. O Crime - Com a desculpa de fazer as pazes com Dinho, Albenor que soube através de rádio amador que o advogado estaria num vôo oriundo da comunidade de São José, no dia 27 de setembro de 2003, foi até lá e o levou para sua casa. O Corpo de Raimundo Messias só foi encontrado no dia 15 de novembro, no atual posto Equador, em estado de putrefação, após 50 dias de investigação realizada pela Polícia, capitaneada pelo então delegado Gilberto Aguiar, atual Superintendente Regional do Baixo Amazonas. (Blog do Amaral)

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