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sábado, 10 de junho de 2017

● Vereador santareno sobre a questão da violência e os conselhos de segurança, parceria das comunidades com o Governo do Estado

● SILVIO AMORIM FALA PARA O IMPACTO SOBRE O CONSELHO DE SEGURANÇA PÚBLICA DA REGIÃO DO PLANALTO SANTARENO - O vereador Silvio Amorim, do PSL, esteve em nosso estúdio e concedeu entrevista para a TV Impacto e para o Jornal O Impacto. Na ocasião, Silvio Amorim abordou algumas situações com relação à segurança pública e desenvolvimento de Santarém e região.
O Vereador foi questionado sobre o Conselho de Segurança Pública da região do planalto santareno, onde a onda de violência está imperando. Silvio Amorim foi enfático e disse: “A questão da criação dos conselhos se trata de uma parceria do povo dos bairros, comunitários e comunidade em geral, com o Governo do Estado. Eu estive recentemente participando, a convite, da posse e criação do Conselho de Segurança da Região do Planalto Curuá-una, que é de fundamental importância, porque acaba trazendo não só a Polícia, mas, também, a relação direta com os órgãos de segurança pública e isso facilita”, declarou o Vereador.
“Como costumo dizer em meus discursos nas reuniões, a maioria dos nossos deliquentes, que são levados ao crime, são de famílias desestruturadas. É importante que a sociedade comece a pensar, também, como mudar a relação familiar entre pai e filho e como nós podemos nos relacionar com os órgãos de segurança, tendo os mesmos como parceiros. Isso é importante, pois acabamos tendo a constante presença deles conosco. Essa é a função do Conselho, que é buscar uma forma de combatermos a criminalidade dentro do seio da família. Está faltando amor dentro de nossa sociedade”, disse Silvio Amorim.
A estrutura principal de qualquer nação, a célula mather, é a família e, parece que essa desagregação familiar se torna uma das vertentes principais da violência. “Uma comprovação disso são os filhos da hidrelétrica do Belo Monte. Hoje a forma de levarem a criação da hidrelétrica sem uma estrutura adequada, Altamira está pagando um preço muito caro. Que tipo de desenvolvimento é esse, que nós fazemos de uma cidade pacata como a mais violenta do Brasil? Nós temos que tomar muito cuidado com a forma que vamos fazer esse desenvolvimento chegar”, alerta Amorim.
É bom esclarecer que hoje, o traficante de drogas está atuando dentro das escolas, onde acontecem assaltos e fazem com que adolescentes e até crianças entrem para esse mundo do crime. “Vou fazer uma análise rápida com relação à implantação do projeto Belo Monte. No início, todo mundo se focava no emprego, todos estavam trabalhando e não tinha tempo para ações ilícitas. Eu costumo ouvir desde a minha amada avó e do meu pai, o seguinte “mente desocupada é oficina do capeta”, que se trata de um ditado popular correto. Hoje as pessoas estão ociosas e não sabem para onde ir, e consequentemente vão para a venda de drogas, criminalidade, assaltos a mão armada, enfim, várias mazelas que ficaram de uma atitude insensata que o Governo, por um lado, quis dar um desenvolvimento a qualquer custo, quando na verdade deixou os filhos das hidrelétricas de Belo Monte na criminalidade, sendo que hoje estão causando um impacto muito triste que é de ter uma cidade como Altamira, a mais violenta do Estado do Pará”, informou Silvio Amorim.
“O Conselho de Segurança do Planalto já está criado, e já foi devidamente instalado e agora é só levar o serviço e fazer a relação direta com os órgãos de segurança pública do Município. Nós estamos nos relacionando e levando, também, outros fatores, como treinamentos e cursos que são muito eficientes”, afirmou. (Leia mais no Impacto)


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