terça-feira, 28 de julho de 2026

Por fim, no mundo capitalista quem fala alto e dá as ordens é quem tem mais dinheiro, liso que nem esse ‘tar’ de Milei tem de fazer palhaçada para querer aparecer junto com o Rachadiha...


● LULA NÃO TEM QUE DAR CONFIANÇA, TODO PALHAÇO QUER PLATEIA – O presidente da Argentina, um paisinho perereca, quer uma ingrisilha com o Lula para tirar proveito, ele está tentando surfar em cima do prestígio internacional do presidente do Brasil – Hoje ele é praticamente um elemento morto na política no país dele, as taxas de desaprovação e rejeição do Milei superam os 60% em levantamentos recentes de institutos de opinião pública da Argentina – Hoje o Javier Milei é aprovado por apenas 36% da população, que é o que a máquina pública tem para todos os que estão no comando de uma nação – Outra coisa, é uma ignorância, uma patetice, comparar a economia da Argentina com a do Brasil, São Paulo é mais rico que a Argentina, ou seja, o Milei governa um país pobre, com um PIB de US$ 688 bilhões de dólares, enquanto que só o PIB do Estado de São Paulo é de US$ 700 bilhões de dólares (R$ 3,5 trilhões de reais) – Pra que o Lula vai dar confiança para um presidente liso, leso, louco e confiado como o Milei? Não tem de responder nada, é isso que ele quer, o Brasil sustenta a argentina, nosso PIB projetado para 2026 é de US$ 2,64 trilhões de dólares equivalente a cerca de R$ 13,54 trilhões de reais – Nosso PIB (produto interno bruto) é de 230% a 235% maior que o da Argentina, o que significa que a economia brasileira é mais de 3 vezes o tamanho da economia argentina – Por fim, no mundo capitalista quem fala alto e dá as ordens é quem tem mais dinheiro, liso que nem esse ‘tar’ de Milei tem de fazer palhaçada para querer aparecer junto com o Rachadiha... Por essa razão Lula tem de ignorar esse presidente argentino abestalhado... FIM 

● AGORA É DOS VERA! Nélio Aguiar foi oficializado pelo União Brasil, dentro da Federação União Progressista, como candidato a deputado estadual – O próximo passo agora é o registro junto à Justiça Eleitoral, apresentar o número oficial do candidato e seguir na caminhada junto com o povo até a Assembleia Legislativa do Estado - ALEPA – Nunca foi sorte, sempre foi Deus.


 

O bolsonarismo investiu, com disciplina, na construção de uma identidade visual e afetiva em torno desses símbolos, e essa vantagem não desaparece por decreto...

POR QUE A BANDEIRA DE LULA TEM QUE VOLTAR A SER VERDE E AMARELA – Há uma hesitação recorrente na esquerda brasileira diante das cores nacionais, e ela não é gratuita. Desde que o bolsonarismo transformou a camisa da seleção em uniforme de movimento político, parte do campo progressista passou a tratar o verde e amarelo como território minado, algo a evitar por prudência ou por desconforto. Essa hesitação, contudo, tem um custo que talvez já supere o risco que pretende evitar.

O fenômeno não é exclusivamente brasileiro nem recente. Manuel Loff, historiador da Universidade do Porto, observa que os símbolos nacionais dos Estados modernos nasceram, em boa parte, de tradições democráticas e populares, concebidos para afirmar o povo acima de monarcas e hierarquias. A apropriação desses símbolos por movimentos de extrema direita é, segundo ele, um fenômeno que se repete em diferentes países e que tende a corroer justamente a função unificadora que a bandeira deveria cumprir.

No caso brasileiro, esse processo ganhou contornos particulares. Foi um sequestro cognitivo em larga escala. A associação entre os símbolos pátrios e gestos de conotação bélica, como o simular de uma arma com as mãos, ou a fusão entre imaginário religioso e nacionalismo, deu à apropriação bolsonarista um caráter mais agressivo do que em outros contextos. O sociólogo Michel Gherman, da UFRJ, nota que a camisa amarela da seleção ainda carrega, para parte da população, associações com bloqueios de estrada e atos de contestação ao resultado eleitoral de 2022. Ana Caroline Almeida, da UFAL, vai além ao apontar que, em contextos ultranacionalistas, a bandeira tende a deixar de representar o país como um todo para se tornar sinônimo de uma facção específica, o que fragiliza a própria ideia de nação como projeto compartilhado.

Diante desse quadro, é compreensível que setores da esquerda tenham optado, em 2022, por manter distância dos símbolos nacionais na comunicação de campanha. Tratava-se de evitar um terreno que parecia totalmente ocupado pelo adversário. Mas essa escolha, por mais razoável que tenha parecido no calor da disputa, carrega um risco de médio prazo. Ao abrir mão da disputa simbólica, a esquerda corre o risco de consolidar, por omissão, a ideia de que patriotismo e bolsonarismo são sinônimos, quando na prática o que houve foi o oposto. Um governo que se apresentou como guardião da soberania nacional entregou ativos estratégicos, subordinou a política externa a alinhamentos automáticos e enfraqueceu a capacidade do Estado de proteger a própria população.

Esse contraste entre discurso e prática é, talvez, o argumento mais forte para que a campanha de Lula em 2026 repense sua relação com as cores nacionais. Não se trata de disputar patriotismo no sentido ufanista, de hino e continência, mas de recuperar um sentido mais republicano da palavra, ligado ao compromisso com instituições democráticas, com a redução da desigualdade e com a defesa de um projeto de país que não se resuma a um grupo político. Há, nesse sentido, uma diferença relevante entre nacionalismo excludente e patriotismo cívico, e é nessa diferença que a disputa simbólica pode encontrar legitimidade.

Reocupar o verde e amarelo não significa copiar a estética do adversário, tampouco insistir num confronto direto de símbolos que pode soar artificial. Significa, antes, permitir que essas cores apareçam com naturalidade em contextos que já fazem parte da vida institucional e cultural do país, de eventos esportivos a campanhas de saúde pública, sem o constrangimento que hoje parece acompanhar seu uso por parte de setores progressistas. É um trabalho de reconstrução simbólica que não se resolve numa única campanha eleitoral, mas que também não avança se for permanentemente adiado.

O bolsonarismo investiu, com disciplina, na construção de uma identidade visual e afetiva em torno desses símbolos, e essa vantagem não desaparece por decreto. Mas tampouco é permanente. A bandeira, o hino e a camisa da seleção pertencem, formalmente e simbolicamente, a todos os brasileiros, e a hesitação em reivindicar essa pertença tem funcionado, na prática, como uma concessão silenciosa. Se a campanha de Lula quiser evitar o erro de 2022, talvez o primeiro passo seja menos convocar as ruas para uma disputa de bandeiras e mais permitir que o verde e amarelo voltem a aparecer sem culpa nem cálculo excessivo, como parte do repertório natural de quem realmente ama o país e defende valentemente sua soberania. Porque, ao fim e ao cabo, o verdadeiro patriota nessa disputa não é outro senão o próprio presidente Lula. 

*Chico Cavalcante é jornalista

segunda-feira, 27 de julho de 2026

● QUAEST mostra corrida no Pará - Hana Ghassan avança e aparece numericamente na frente seguida por Dr. Daniel, Mário Couto, Oraceli Lemos, Cleber Rabelo e Raquel Brício.


● PESQUISA QUAEST MOSTRA HANA GHASSAN LIDERANDO A DISPUTA PELO GOVERNO DO PARÁ na frente de Dr. Daniel nos cenários de 1º e 2º turno – A Pesquisa Quaest foi divulgada nesta segunda-feira (27) apresentando cenários da corrida pelo Governo do Estado do Pará – Nos dois cenários de primeiro turno, a governadora Hana Ghassan (MDB) aparece numericamente à frente de Dr. Daniel Santos (Podemos). Na simulação de segundo turno, Hana também lidera, dentro da margem de erro.

 Cenário 1

Hana Ghassan (MDB): 24%
Dr. Daniel Santos (Podemos): 20%
Mário Couto (DC): 11%
Araceli Lemos (PSOL): 2%
Cleber Rabelo (PSTU): 2%
Raquel Brício (UP): 2%
Indecisos: 26%
Branco/nulo/não vai votar: 13%

● Cenário 2

Hana Ghassan (MDB): 25%
Dr. Daniel Santos (Podemos): 23%
Cleber Rabelo (PSTU): 5%
Araceli Lemos (PSOL): 4%
Raquel Brício (UP): 2%
Indecisos: 27%
Branco/nulo/não vai votar: 14%
Simulação de 2º turno
Hana Ghassan (MDB): 36%
Dr. Daniel Santos (Podemos): 35%
Indecisos: 18%
Branco/nulo/não vai votar: 11%

● A pesquisa também perguntou aos entrevistados se o governador Helder Barbalho merece eleger um sucessor indicado por ele:

Merece: 57%
Não merece: 36%
Não sabe ou não respondeu: 7%

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 900 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 25 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob o número PA-04548/2026.

● É HOJE que a federação União Brasil e Progressistas vai homologar a candidatura de NÉLIO AGUIAR para deputado estadual.

 
É HOJE – QUE UNIÃO BRASIL OFICIALIZA CANDIDATURA DE NÉLIO AGUIAR A DEPUTADO ESTADUAL EM CONVENÇÃO EM BELÉM – O ex-prefeito de Santarém, Nélio Aguiar, terá seu nome oficialmente homologado como candidato a deputado estadual pela Federação União Progressista durante a Convenção Estadual que será realizada nesta segunda-feira, 27, em Belém. O evento acontece às 19h30, na sede da Federação, localizada na Avenida Governador José Malcher, no Centro Empresarial Bolonha. A convenção será conduzida pelo presidente da Federação, deputado estadual Chicão, e marcará a oficialização dos nomes que disputarão as eleições de 2026 pelo grupo político formado pelo União Brasil e Progressistas. Na ocasião, também serão definidos os números de urna dos candidatos. Com ampla trajetória na vida pública, Nélio Aguiar chega à disputa estadual como uma das principais lideranças políticas do oeste paraense. Médico por formação, foi vereador, presidente da Câmara Municipal de Santarém, deputado estadual, prefeito do município por dois mandatos consecutivos e Secretário Regional de Governo. Durante sua gestão como prefeito, destacou-se pela execução de obras estruturantes e pela articulação de parcerias com os governos estadual e federal. Entre as realizações de sua administração estão mais de 240 quilômetros de pavimentação asfáltica, a construção de 36 novas creches, investimentos em saúde, educação e infraestrutura, além de obras de grande impacto urbano, como a Nova Orla, o Parque da Cidade, o Mirante do Saubal e as Avenidas Elias Pinto e Anysio Chaves. A candidatura de Nélio Aguiar é vista por aliados como uma oportunidade de ampliar a representatividade de Santarém e da região do Baixo Amazonas na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), levando ao parlamento estadual a experiência administrativa e a capacidade de articulação política demonstradas ao longo de sua carreira. O prazo para a realização das convenções partidárias começou no último dia 20 de julho, conforme o calendário eleitoral. Após a homologação das candidaturas, os partidos terão até o dia 15 de agosto para registrar oficialmente os nomes junto à Justiça Eleitoral. “Recebo essa oficialização com muita gratidão e responsabilidade. Santarém e o oeste do Pará conhecem a minha trajetória de trabalho, de diálogo e de resultados. Coloco meu nome à disposição para continuar servindo ao nosso povo, agora na Assembleia Legislativa, defendendo mais investimentos, oportunidades e desenvolvimento para toda a nossa região,” disse Nélio Aguiar. (Fonte: O Impacto)

domingo, 26 de julho de 2026

● RELEBRANDO MEUS TEMPOS DE BARZINHO... NADA POR MIM - Herbert Vianna e Paula Toller


 

● É necessário ter uma canção ‘chiclete’ das Suraras, aquela música que quando termina o show o espectador sai cantando e fica com ela na cabeça...


● MANAUS - SURARAS, O MELHOR SHOW DO ZERO 92 – A segunda edição do Festival Zero 92 ocorreu neste sábado 25 de julho de 2026, no Mercado de Origem da Amazônia, no Centro de Manaus – O evento uniu música, arte e economia criativa com inspiração na bandeira do Amazonas – As Suraras do Tapajós se apresentaram no mesmo palco que o Grupo "Maria Vai com as Outras", Sisi Rolim, Raízes Caboclas, e os DJs Evandro Jr. e Raidi Rebello fizeram seus shows – Mas um detalhe nos chamou a atenção, foi a apresentação das Suraras do Tapajós, elas foram impecáveis, fizeram um show profissional, muito bem ensaiado, a Karol Arara cantando bonito, o som que elas fazem é muito agradável, típico de evento internacional, porque não é apenas um show musical de cantoras originárias, é um espetáculo visual que retrata os povos da Amazônia, a indumentária, o cocar indígena exuberante e tudo bem transado – O som das Suraras combinado com o sincronismo de todas elas no palco, a leveza no dançar, o batuque, o ritmo, tudo impressiona, não tem como as pessoas não se encantarem, até pela postura e o posicionamento politicamente correto que elas levam para o palco em defesa da Amazônia – Surreal, todo o comportamento das Suraras no palco é bem produzido, bem pensado e lindo, tenho duas sugestões a fazer a produção que dirige o show dessas fantásticas originárias e suas ancestralidades – É necessário ter uma canção ‘chiclete’ das Suraras, aquela música que quando termina o show o espectador sai cantando e fica com ela na cabeça (elas cantam o ‘Banzeiro’ da Dona Onete) mas não é a ‘música das Suraras’, tem de haver aquele refrão pegajoso que fique na saudade de quem assiste o show, não sei qual seria a música, mas tem de ter, porque o show das Suraras após se encerrar, não fica nenhuma música no ar – Outra coisa que observei, elas se assumem como Suraras do Baixo Tapajós, e nunca dizem que são de Alter do Chão, a praia mais bela e famosa do Brasil, isso precisa ser dito no palco, falar para o público o local de origem, Baixo Tapajós não dá identidade raiz, Alter do Chão preenche isso... O restante está tudo certo, belíssimo show, que nos desculpem os amazonenses, mas o Show das Suraras foi o melhor indiscutivelmente que todos os outros.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

quarta-feira, 22 de julho de 2026

● Olhem, todo perdedor, todo derrotado, arranja uma desculpa para o seu fracasso, a nossa opinião é que ele sabe que vai perder a eleição e já está procurando um culpado pela sua desgraça.


● VOLTA A MESMA FAKE NEWS BOLSONARISTA | O presidenciável Flávio Bolsonaro rachadinha, voltou a espalhar informações falsas sobre as urnas eletrônicas em evento com diplomatas nesta terça (21) em Brasília – Rachadinha repete a mesma jogada ensaiada por seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso e ficou inelegível justamente por mentir sobre as urnas eletrônicas para diplomatas – Flávio disse sem piscar que as urnas brasileiras têm a mesma origem das urnas da empresa venezuelana Smartmatic e que um relatório da CIA mostra que a empresa estaria envolvida em um plano de fraude do governo venezuelano nas eleições de 2012 – Em nota publicada originalmente em 2020 e confirmada agora, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desmente Flávio e garantindo que empresa venezuelana Smartmatic, nunca forneceu urnas eletrônicas ou softwares utilizados em eleições no Brasil – Olhem, todo perdedor, todo derrotado, arranja uma desculpa para o seu fracasso, a nossa opinião é que ele sabe que vai perder a eleição e já está procurando um culpado pela sua desgraça... Vamos aguardar mais para espiar as narrativas.

terça-feira, 21 de julho de 2026

● A PARADA É MUITO LOUCA – Caboclo taioso comedor de pimenta, aceita o desafio e experimenta a pimenta Carolina Heaper, que é considerada a mais ardosa do planeta – A pimenta Carolina Reaper é originária de Fort Mill, na Carolina do Sul, nos Estados Unidos – Ela foi desenvolvida pelo cultivador Ed Currie e foi eleita pelo Guinness World Records em 2013, como a pimenta mais ardida do mundo.


 

● Não escolha quem só reclama e nada faz para melhorar a vida do povo...


● NÉLIO AGUIAR, ESSE É O MEU PRÉ-CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL, pois tem sua trajetória política marcada pelo grande sucesso na administração pública em Santarém – Durante sua atuação na vida pública como prefeito da Pérola do tapajós, participou de iniciativas e obras importantes voltadas para diferentes áreas da gestão municipal – Como pré-candidato, Nélio pretende levar essa experiência para a Assembleia Legislativa Estadual, defendendo propostas relacionadas ao desenvolvimento regional, à infraestrutura, à saúde, à educação e ao fortalecimento da economia do oeste do Pará – Cabe aos eleitores analisar o histórico, as propostas e os resultados apresentados por todos os candidatos antes de exercer o voto, comparando suas experiências, compromissos e planos para o futuro – Não escolha quem só reclama e nada faz para melhorar a vida do povo.

● AMERICANOS ESTÃO LISOS PASSANDO FOME – Eles mentem, dizem que a economia americana está crescendo e que o desemprego é baixo, mas a verdade é que o povo americano está na juquira, desempregado, passando fome e liso – Esse papo de maior nação do mundo é só enganação, o Brasil também já foi o país do futebol...rs! Eles estão perdendo a guerra para o Irã um paisinho perereca – Os ataques americanos são com bobinhas velhas pirentas, enquanto o Irã mete bala com drones modernos e tem mais, o juquirizal deles lá é pior que o nosso do Brasil.


 

● ZÉ MARIA É PREFEITO BOM DE TRABALHO – O asfalto forte chegou ao bairro Aeroporto Velho – Em parceria com o programa Asfalto Por Todo Pará, do Governo do Estado, serão 45 ruas contempladas, somando 30 km de pavimentação, para garantir mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para quem vive e circula pelo bairro – Tem uns ‘língua de trapo’ que falam mal do Prefeito de Santarém, mas isso é despeito, porque perderam a eleição e até agora não aceitaram a derrota.


 

segunda-feira, 20 de julho de 2026

● CIUMEIRA - O Zema que deixou o povo de Minas endividado com a união, quer a Michelle de vice na chapa dele, mas Valdemar não vai deixar de jeito nenhum...rs!


ZEMA IRRITA CÚPULA DO PL AO CITAR MICHELLE COMO POSSÍVEL VICE – A declaração do ex-governador Romeu Zema (Novo) de que Michelle Bolsonaro poderia ser sua candidata a vice à Presidência provocou forte reação na cúpula do PL e ampliou o desgaste entre o bolsonarismo e o presidenciável do Novo. Ao ser questionado sobre a composição da chapa, Zema afirmou que a ex-primeira-dama era "uma possibilidade", desde que o nome escolhido fosse "ficha limpa". A informação é do jornal O Globo. Poucas horas depois, Michelle Bolsonaro descartou publicamente a hipótese. Em publicação nas redes sociais, afirmou que ainda nem definiu se disputará o Senado pelo Distrito Federal e ressaltou que, por ser filiada ao PL, partido que já lançou Flávio Bolsonaro à Presidência, "não há nenhuma possibilidade" de integrar uma chapa de outra legenda. Nos bastidores, dirigentes do PL interpretaram a fala de Zema como uma tentativa de explorar a crise entre Michelle e Flávio Bolsonaro para fortalecer sua candidatura. Aliados do senador classificaram a declaração como "fogo amigo" e lembraram que Michelle jamais discutiu deixar o partido para compor outra chapa. Integrantes da legenda também afirmam que não é a primeira vez que Zema tenta capitalizar politicamente sobre momentos de tensão no bolsonarismo. (Fonte: Política Livre)

 

● Segundo, é urgente "desenvelhecer" a esquerda. Não se trata apenas de abrir espaço para uma transição geracional, com mais jovens nas listas partidárias, mas de renovar a linguagem...

 

A DESILUSÃO DOS JOVENS E AS TAREFAS DE UMA NOVA ESQUERDA – Conforme levantamento do cientista político Murilo Medeiros, legendas perderam 54% do total de inscritos em uma década e meia. Os dados são contundentes e devem servir como um sinal de alerta máximo para o campo progressista. Em 16 anos, os partidos brasileiros perderam quase 1,5 milhão de jovens filiados, um esvaziamento que atinge todas as grandes legendas e expõe uma fratura geracional profunda. Não se trata de apatia, mas de uma desilusão ativa. A juventude não abandonou a política; abandonou as estruturas anacrônicas que insistem em não ouvi-la. 

O diagnóstico apresentado na reportagem sobre a pesquisa, com a dolorosa trajetória de Gabriel Cassiano, é exemplar. As vésperas de disputar uma vaga na câmara municipal de São Paulo em 2020, ele elaborou um programa de governo de 133 páginas. Hoje não cogita voltar à política e resume o sentimento de uma geração. Para ele, os partidos possuem uma "estrutura anacrônica e viciada" que retroalimenta um sistema de "conchavos individuais" e não apresentam “soluções concentras” para os problemas da juventude. Essa é a voz de quem buscava um projeto de nação e se deparou com a política como um fim em si mesma. 

A esquerda, em particular, precisa encarar este desafio com humildade e coragem. Pesquisas recentes mostram que apenas 18% dos jovens se identificam com a esquerda, enquanto 44% se declaram de centro e 38% à direita . Mesmo entre aqueles que defendem pautas progressistas, há uma resistência crescente ao rótulo "de esquerda". Isso não é um deslocamento ideológico linear, mas o resultado de ataques sistemáticos de duas décadas ao conceito de esquerda e a falência de um modelo de comunicação e de uma prática política que se tornou refém de sua própria burocracia. 

O economista e articulista Pedro Marin oferece uma pista fundamental para entender esse fenômeno. Esta juventude não viveu os governos petistas em sua fase ascendente, quando foi parte ativa de uma inversão de prioridades que tirou milhões da fome, pagou a dívida externa e recolocou a economia brasileira entre as mais prósperas do mundo. Sua experiência política se formou na era Temer e Bolsonaro, sob o signo do desmonte do Estado e do "teto de gastos". Para ela, o Estado não é um agente de transformação, mas um obstáculo ou, na melhor das hipóteses, uma entidade que promete o mínimo e entrega menos ainda. A criação de empregos precários, mesmo para quem tem formação superior, e um "arcabouço fiscal" que replica a lógica austera do passado só alimentam a sensação de que não há futuro “no sistema” e “o sistema” não é visto como aquilo que é - o modo de produção e de circulação capitalistas. 

Dito de outro modo, quando a massa diz "o sistema", ela nomeia algo vago, difuso, uma névoa de instituições e regras, que flerta com as teorias da conspiração, mas não nomeia o modo de produção capitalista - que é o sistema efetivo, estrutural, que produz a precariedade como regra e não como exceção. 

Diante desse quadro, quais são as tarefas de uma nova esquerda que queira se reinventar? 

Primeiro, superar a dicotomia estéril entre "luta de classes" e "pautas identitárias". Gabriel Cassiano toca em um ponto nevrálgico ao perguntar: "E o coletivo do projeto nacional de desenvolvimento? Onde está?". A esquerda não pode se furtar a apresentar um projeto concreto de país. É preciso retomar a bandeira do desenvolvimentismo com um rosto novo. Como defende o intelectual Elias Jabbour, a juventude anseia por esperança, e essa esperança passa por um projeto de reindustrialização e geração de emprego de qualidade que ofereça um horizonte para além da sobrevivência. 

Segundo, é urgente "desenvelhecer" a esquerda. Não se trata apenas de abrir espaço para uma transição geracional, com mais jovens nas listas partidárias, mas de renovar a linguagem, os métodos e a própria cultura política. A juventude vive no ambiente digital, e a esquerda precisa disputar esse território como um dia disputou os sindicatos e associações de moradores, com a mesma eficiência da direita, que na atualidade já o ocupa, com influenciadores e narrativas simplificadas. A comunicação não pode ser um monólogo de siglas e resoluções, mas um diálogo que fale com a linguagem, a estética e as angústias da geração Z. 

Terceiro, e mais importante, é preciso recuperar a capacidade de ouvir e de formular respostas para as questões concretas que afligem os jovens. A precarização do trabalho, a dificuldade de acesso à moradia, a ansiedade climática e a sensação de que a inteligência artificial os tornará obsoletos antes mesmo de começarem a carreira. A esquerda que se preza não pode responder a essas angústias com moralismo ou com o consolo de que "é o possível dentro do capitalismo". É preciso ousadia para propor alternativas radicais e concretas. 

A deserção dos jovens dos partidos não é uma sentença, mas um diagnóstico. A nova esquerda que encara esse cenário precisa ser mais corajosa, mais digital, mais nacional-desenvolvimentista e, acima de tudo, menos presa a si mesma. O futuro do Brasil, ou será construído com a energia transformadora da juventude, ou será tragado pelo niilismo que a direita digital tão bem soube instrumentalizar. A tarefa é histórica e inadiável. 

Chico Cavalcante é jornalista

domingo, 19 de julho de 2026

● Em Alter do Chão, a poesia ganhará voz no canto inesquecível de Torrinho...


HOJE EM ALTER DO CHÃO (DOM 19 JUL 2026) – Quando a sexta-feira, 28 de agosto, vestir Alter do Chão de festa, a música ganhará um novo horizonte – Zeca Torres, o querido Torrinho, fará da noite um encontro entre canções e emoções – Sua voz navegará como brisa sobre as águas serenas, embalando sonhos e lembranças – No Tribal Restaurante, cada acorde despertará a alma festiva da vila encantada – Entre sorrisos, encontros e o brilho das estrelas, o público será parte da melodia – A areia branca e o rio testemunharão uma celebração de arte e pertencimento – Será uma noite em que a música abraçará corações e eternizará instantes – Em Alter do Chão, a poesia ganhará voz no canto inesquecível de Torrinho.

sábado, 18 de julho de 2026

● FALANDO ABERTAMENTE – Hana Ghassan Governadora do Pará anuncia que o agressor de mulher vai pagar a conta do atendimento à vítima no SUS – Alô valentão covarde que bate em mulher, bota a tua barba de molho.

 

● FIQUE POR DENTRO e saiba em 5 pontos como funciona a Lei que vai combater o tarifaço pedido pelos filhos do Bolsonaro ao 'tar' de Donald Trump, que vai ferrar os empresários bolsonaristas de SP e Santa Catarina...rs!


● ENTENDA EM 5 PONTOS A LEI DA RECIPROCIDADE, INSTRUMENTO DO GOVERNO CONTRA TARIFAÇO – O tarifaço imposto ao Brasil pelos Estados Unidos poderá ser respondido pelo governo Lula (PT) com a implementação da Lei da Reciprocidade Econômica, conforme aventado por membros do Executivo e pelo próprio presidente nesta semana. O dispositivo permite que o país responda com celeridade caso seja submetido a medidas protecionistas que gerem impacto no comércio internacional. Entenda em cinco pontos o que é a Lei da Reciprocidade e as possíveis consequências de sua implementação.

● COMO SURGIU A LEI DE RECIPROCIDADE?
Proposta no começo do ano passado, a Lei da Reciprocidade inicialmente surgiu como um dispositivo que tratava de questões ambientais. O objetivo, segundo o texto original do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), era criar mecanismos para responder às restrições impostas pela União Europeia a produtos brasileiros, no contexto das negociações UE-Mercosul.
O que surgiu em reação à lei europeia antidesmatamento ganhou mais contornos comerciais ainda em fevereiro, quando medidas preliminares anunciadas pelo presidente Donald Trump geraram incerteza no comércio global.
Até aquele ponto, Trump ameaçava colocar barreiras a produtos de países que, segundo ele, adotavam práticas comerciais injustas em relação aos EUA. Os parceiros mais visados eram México, Canadá e China, mas, quando o republicano citou os Brics como possível alvo, o governo brasileiro se viu instado a criar instrumentos que permitissem celeridade em uma eventual retaliação.
Como mostrou a Folha à época, o Brasil tinha um conjunto limitado de normas jurídicas para responder a medidas do tipo. Diante da incerteza, uma versão turbinada do projeto de Zequinha Marinho foi apresentada pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), ampliando o escopo do texto para retaliações comerciais em geral.
O texto teve uma tramitação acelerada no Congresso Nacional, com apoio de ruralistas e governistas. Em julho, na mesma semana em que Trump anunciou sobretaxas de 50% a produtos brasileiros, o presidente Lula sancionou o decreto que regulamentava a Lei de Reciprocidade, abrindo uma janela jurídica de resposta a um eventual tarifaço, confirmado na noite de quarta-feira (15).

●  O QUE DIZ A LEI DE RECIPROCIDADE?
A Lei da Reciprocidade permite ao Brasil adotar contramedidas comerciais e diplomáticas proporcionais quando países ou blocos econômicos impuserem barreiras injustificadas aos produtos brasileiros.
Os mecanismos previstos só poderão ser adotados quando houver impacto à competitividade internacional brasileira ou interferência direta na soberania.
Para cada caso, será criado um Conselho Estratégico na Camex (Câmara de Comércio Exterior) –órgão vinculado à Presidência e ao Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) que passa a ter papel central na aplicação de medidas. Isso, segundo o governo, garante uma abordagem mais técnica e menos suscetível a distorções políticas.
Em vez de barreiras automáticas, o texto também prevê consultas diplomáticas coordenadas pelo Ministério das Relações Exteriores, possibilitando a resolução de conflitos de forma negociada antes da aplicação de contramedidas. O governo também pode recorrer a organismos multilaterais, como a OMC (Organização Mundial do Comércio), para evitar a aplicação da lei.

●  COMO É A APLICAÇÃO DA LEI DE RECIPROCIDADE?
O texto prevê que a reciprocidade ocorra por meio da limitação de importações de bens e serviços, pela retaliação direta por meio de tarifas, pela reavaliação de obrigações em acordos de propriedade intelectual e pela suspensão de concessões comerciais e de investimentos.
A lei estabelece que essas contramedidas devem, na medida do possível, ser proporcionais ao impacto econômico causado pela medida estrangeira. Além disso, a aplicação deve buscar minimizar danos à atividade econômica interna e evitar custos administrativos excessivos.
Segundo o decreto do presidente Lula no momento da regulamentação, estão previstos dois ritos distintos para a aplicação da lei.
No rito ordinário, para situações que não são urgentes, os casos serão remetidos à Camex. Esses processos serão mais longos e incluirão a realização de consultas públicas junto a associações e partes interessadas.
Haverá também um rito expresso, que poderá ser acionado em casos excepcionais para a aplicação de medidas consideradas mais urgentes. Os processos serão avaliados por um comitê interministerial presidido pelo Ministério do Desenvolvimento, com a participação de Fazenda, Itamaraty e Casa Civil.

●  QUAIS SÃO AS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DA APLICAÇÃO DA LEI DE RECIPROCIDADE?
Especialistas têm alertado que, embora a Lei de Reciprocidade seja um instrumento legítimo de defesa da soberania nacional, ela pode desencadear uma escalada de sanções e um "efeito bumerangue" para a economia.
"O ano que se passou desde o anúncio do tarifaço sobre o Brasil ilustra bem o estilo do governo de tentar ao máximo uma solução negociada. Mas, ao insistir em pontos que não são negociáveis, como decisões do STF no ano passado ou o Pix, o governo americano vai reduzindo o espaço para negociação", diz Adriana Dupita, economista-chefe para mercados emergentes na Bloomberg Economics.
"Como ceder nestes temas não é uma opção, o governo terá que escolher entre aceitar as novas tarifas sem uma maior reação ou enfrentar os custos para o próprio país de uma retaliação. Retaliar pode fazer sentido como resposta, mas pode encarecer produtos americanos no Brasil em um momento de inflação já pressionada, como também pode levar a uma escalada indesejável do outro lado."
O Brasil importa dos Estados Unidos, majoritariamente, máquinas, equipamentos eletrônicos, insumos, químicos e combustíveis. Aumentar a tarifa sobre esses produtos encarece a produção doméstica e pressiona o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), indicador oficial da inflação do país.
A pressão sobre a inflação, já sob efeito do conflito no Oriente Médio e do El Niño, pode levar o Banco Central a mater a taxa Selic em patamares elevados.
"Uma retaliação que empurre preços de importados para cima trabalha exatamente contra o afrouxamento monetário. Pode adiar cortes de Selic, encarecer crédito e, no limite, ampliar o próprio dano ao PIB", afirma Ricardo Trevisan, CEO da Gravus Capital.
Ele ressalta que a reciprocidade faz sentido como "instrumento de barganha e sinalização de soberania, não como retaliação tarifária ampla e espelhada".
"O desenho inteligente é mirar itens em que o Brasil tenha fornecedor alternativo barato, para não importar inflação, e produtos onde a dor seja sentida por setores politicamente sensíveis nos EUA, preservando insumos críticos. Retaliação bem desenhada é cirúrgica. Retaliação simétrica é autogol inflacionário."

●  O QUE DIZEM AUTORIDADES DO GOVERNO LULA?
O ministro Dario Durigan (Fazenda) afirmou que o governo não fala em retaliação aos EUA por meio de tarifas, mas de "avaliar os mecanismos de reciprocidades" e a situação dos setores afetados antes de adotar medidas.
"Tem uma preocupação de algumas pessoas do mercado, em especial no momento que o país vive pré-eleitoral e com medidas de aumento de despesa. Já garanto que vamos fazer tudo com muita cautela, de modo a não prejudicar a trajetória fiscal, que segue bem", afirmou.
"A gente vai garantir o cumprimento das metas e um bom resultado macroeconômico no país como um todo, em que pese a gente sabe que alguns setores específicos precisam de atenção", completou.
Já o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou que o governo saberá como implementar no momento adequado a Lei de Reciprocidade para responder às tarifas, e terá um programa de apoio aos setores afetados do país. (Fonte: Tamara Nassif/Folhapress)

 

sexta-feira, 17 de julho de 2026

● DATENA EXPLICA BEM EXPLICADINHO – O Donald Trump quer acabar com o nosso PIX e deixar o povo brasileiro escravo dos cartões de créditos americanos – O PIX parou de sustentar muito gringo pilantra que não trabalha e só vive as custas dos juros pagos pelos brasileiros.

 

● Não perca: dia 28 de agosto, Zeca Torres (Torrinho) e convidados esperam por você no Restaurante Tribal, em Alter do Chão.

HOJE EM ALTER DO CHÃO – Sextou 17 de julho nas águas sagradas do reino encantado dos Borari – E logo em breve quando a noite abraçar as areias encantadas de Alter do Chão, a música chamará os corações para um encontro inesquecível, no dia 28 de agosto, no palco do Restaurante Tribal que será iluminado pelo talento de Zeca Torres (Torrinho) e seus convidados – Cada acorde levará o perfume da Amazônia e o encanto das águas que inspiram sonhos – Será uma celebração da cultura, da amizade e da alegria que nasce ao som da boa música – Entre sorrisos, encontros e canções, a magia do lugar ganhará ainda mais vida – Venha sentir a energia de uma noite feita para emocionar moradores, turistas e visitantes, pois que a lua seja testemunha de um espetáculo onde a arte ecoará pelas encantarias do Tapajós – Não perca: dia 28 de agosto, Zeca Torres (Torrinho) e convidados esperam por você no Restaurante Tribal, em Alter do Chão.

● SEXTOU! FILOSOFIA DE BOTECO – Pra você que entende: as "filosofias etílicas", ou filosofia de boteco, são as reflexões informais e profundas que surgem em conversas descontraídas ao redor de uma mesa de bar – Elas transformam o ambiente boêmio em um espaço democrático de questionamento existencial, sem o rigor do mundo acadêmico...rs!


 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

● A PARADA É MUITO LOUCA – Teve de tudo no showmício do cantor Pablo em Oriximiná, dizem que teve até abuso da máquina pública por uma pré-candidata a deputada, com frete de embarcação para levar os eleitores ao evento. Muita onda na espoca bode city, veja o porradal da cabocada cheia do goró - O showmício foi um sucesso.


 

● Nélio Aguiar conhece bem esse seguimento gerador de emprego e renda e de preservação...


● ESTE É O MEU PRÉ-CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL NÉLIO AGUIAR – Nélio quando esteve prefeito de Santarém conheceu de perto o Projeto de Manejo do Pirarucu na região do Baixo Tapajós, em Santarém, que é uma iniciativa comunitária de conservação e renda, permitindo a pesca sustentável de até 30% da população de pirarucus adultos após contagens, garantindo a proteção dos lagos e a comercialização do pescado – Nas Feiras o peixe manejado é comercializado com sucesso, gerando lucro direto para as famílias envolvidas e movimentando o turismo comunitário – Nélio Aguiar conhece bem esse seguimento gerador de emprego e renda e de preservação, por isso é muito importante ter representatividade na Assembleia Legislativa do Estado, contar com um deputado, uma voz que possa garantir a esses empreendedores mais investimentos, capacitação e garantias.

● PREFEITO BOM DE TRABALHO – Chegou o verão e o prefeito de Santarém Zé Maria Tapajós já está nas ruas para levar o asfalto forte que transforma e muda a vida das pessoas, dando mais dignidade, mais qualidade de vida e também valorizando os imóveis – Santarém segue avançando com muito trabalho na parceria com o governo do estado que não mede esforços para atender os anseios do povo tapajônico.

terça-feira, 14 de julho de 2026

● MANAUS... Aos poucos a cultura e as artes do povo manauara está sendo apagada por descaso de aventureiros, que tomaram o poder sem compromisso com a preservação da história dos povos Manaós, Barés, Baniwas e Passés.

● MANAUS – SERÁ O FIM DO BAR DO ARMANDO? – O histórico Bar do Armando, encravado no Largo de São Sebastião, centro de Manas, boteco mais tradicional e cultural de Manaus, está sendo ameaçado de despejo – O tradicional Bar do Armando, localizado no Centro de Manaus, anunciou na segunda-feira (13) que não possui mais recursos judiciais para reverter a decisão que determina sua desocupação do imóvel onde funciona há 63 anos. A informação foi confirmada durante coletiva de imprensa realizada no próprio estabelecimento.

De acordo com o advogado do bar, Fausto Ventura, todas as medidas cabíveis no âmbito do Judiciário foram adotadas ao longo do processo. Segundo ele, não há mais possibilidade de reverter o mérito da ação que trata do despejo para uso próprio solicitado pela locadora. “Tudo que tinha que ser feito no âmbito do Judiciário foi feito e, neste momento, não há mais possibilidade de reverter o direito de permanência no local”, afirmou o advogado. Segundo a defesa, o Bar do Armando ocupa o imóvel há mais de seis décadas por meio de contrato de locação firmado com a Diocese do Alto Solimões. Em março de 2015, a administração recebeu uma notificação extrajudicial solicitando a desocupação imediata do espaço, dando início à disputa judicial.  Durante o processo, foi firmado um acordo que permitiu a permanência temporária do estabelecimento no local. No entanto, com o encerramento da ação quanto ao mérito, a decisão final favoreceu a locadora.

ENTENDA O CASO – Um dos principais argumentos apresentados pela defesa foi o reconhecimento do bar como Patrimônio Cultural Imaterial do Amazonas desde 2015. Apesar disso, o título não foi suficiente para impedir o despejo. “O reconhecimento cultural foi um dos pontos centrais da nossa defesa ao longo desses anos, mas não obtivemos êxito”, destacou Ventura. A representante do estabelecimento, Ana Cláudia, afirmou que, diante do esgotamento das vias judiciais, a expectativa agora é mobilizar a sociedade amazonense em apoio à permanência do bar. “Não temos mais como reverter essa situação na Justiça. Agora contamos com a força do povo que reconhece o Bar do Armando como um espaço cultural e histórico de Manaus”, declarou.

PATRIMÔNIO HISTÓRICO – Localizado na Rua 10 de Julho, no Largo de São Sebastião, o Bar do Armando é considerado um dos espaços mais tradicionais da capital. Ao longo de mais de 60 anos, consolidou-se como ponto de encontro de artistas, jornalistas, músicos, intelectuais e turistas, sendo também reconhecido como berço da Banda da Bica, uma das mais tradicionais manifestações do carnaval amazonense. O possível fechamento do estabelecimento reacende o debate sobre a preservação do Centro Histórico de Manaus e de espaços culturais que fazem parte da identidade da cidade. Frequentadores e representantes do setor cultural consideram o bar um símbolo da vida boêmia e da produção artística local. Com o impasse judicial encerrado, o futuro do Bar do Armando passa a depender de mobilização social e de possíveis articulações fora do âmbito jurídico para garantir a continuidade de suas atividades. (Com informações do https://imediato.ncnews.com.br/

 

domingo, 12 de julho de 2026

● Em breve acontecerá o show ‘Das Águas e da Mata’ de Zeca Torres (Torrinho), em Alter do Chão...


● HOJE EM ALTER DO CHÃO – Domingo 12 de julho de 2026, dia em que o tempo parece caminhar mais devagar para lembrar que viver também é um ato de contemplação. É dia de celebrar a vida, os encontros, os afetos e a esperança que renasce como a luz dourada sobre as águas do Tapajós – E já se anuncia no horizonte um momento especial: em breve acontecerá o show ‘Das Águas e da Mata’ de Zeca Torres (Torrinho), em Alter do Chão – Sua música ecoará como um canto da floresta, abraçando rios, praias e matas com a poesia de quem conhece a alma amazonista – Alter do Chão é paraíso natural, que guarda os segredos das encantarias do povo Borari, onde a memória ancestral ainda dança com o vento, conversa com as águas e floresce no coração de quem chega para ouvir, sentir e respeitar – Que este domingo seja o prelúdio dessa grande celebração, quando a música, a cultura e a natureza se encontrarão sob o mesmo céu, reafirmando que a Amazônia não é apenas um lugar: é um sentimento que canta, encanta e permanece vivo em cada acorde.

sábado, 11 de julho de 2026

● A PARADA É MUITO LOUCA – Olha, olha, olha... Se um bolsonarista é um maluco atordoado, imagine um ex-bolsonarista zangado – Otoni de Paula ex-bolsonarista tá chamando Flávio Rachadinha de ladrão, na lata do rapaz – Ele grita em tom de ingrisilha: “Cambada de ladrão do PL. Vocês gritam Deus, Pátria, Família, mas esqueceram de falar: meu bolso!” – Pelo Brasil inteiro tem desavença na direita bolsonarista – A Michelle chutou o balde e pode implodir a campanha de Flávio Bolsonaro, tudo indica que ela tem uma carta na manga e pode soltar a qualquer momento – A ex-primeira dama está lançando o movimento michellista “Imparáveis”.


 

● FALANDO ABERTAMENTE – A governadora do Pará Hana Ghassan, mesmo na correria do trabalho, viajando por todo o estado, visitando cidades, caminhando com o povo, Hana não deixa de tirar um tempo para se postar diante de Deus – Esta semana a governadora esteve na Paróquia de São João Batista, em Primavera, município localizado no nordeste paraense, a cerca de 194 km de Belém, onde fez seu momento de oração – A igreja de São João Batista de Primavera, pertence à Ordem dos Frades Menores Capuchinhos.


 

sexta-feira, 10 de julho de 2026

● DINO BLOQUEIA R$ 119,2 MILHÕES DE VALDEMAR COSTA NETO DE 21 EMENDAS SOB SUSPEITA – A PF descobriu que Valdemar Costa Neto comandava servidores da Câmara Federal, para direcionar o pagamento de emendas parlamentares – O ministro do STF Flávio Dino, bloqueou R$ 119,2 milhões referentes a 21 emendas sob suspeita – O Papel de "Tuca" ex-assessora de Arthur Lira (PP-AL) era com o trânsito livre nas lideranças partidárias, Mariângela Fialek é apontada como a operadora central – Segundo a PF, ela organizava o fluxo de indicações e forjava documentos para registrar falsamente deputados como autores de emendas que, na realidade, eram decididas por Valdemar presidente do PL.


 

● HOJE EM ALTER DO CHÃO – Hoje é sexta-feira 10 de julho de 2026, dia de celebrar os acordes do cancioneiro que ecoam pelas margens tapajônicas, trazendo nas cordas a ternura sublime da floresta – São notas que vertem do topo das grandes árvores e dançam nos versos rasos d'água deste imenso rio choroso de sonhos... A poesia navega em canoas que cortam o espelho verde, onde o violão dedilha o silêncio e a força da mata – Cada melodia é um abraço de igapó e de mistério, feito de seiva viva, na correnteza fria dos igarapés no doce cantar que sai do peito do cantador – Em agosto Zeca Torres (Torrinho) vai estar fazendo o show ‘Das Águas e da Mata’ em Alter do Chão, aguarde...

 

● SEXTOU!!! FILOSOFIA DE BOTECO – É assim: o filósofo quis dizer em outras palavras, que para você realmente ser feliz, você tem que fazer duas coisas importantes na sexta-feira. Uma é abrir uma canela de pedreiro para esquecer todo o teu passado e na sequencia peça outra estupidamente gelada para não ficar pensando o que vai ser da sua vida na segunda-feira...rs! Pra você que entende: as "filosofias etílicas", ou filosofia de boteco, são as reflexões informais e profundas que surgem em conversas descontraídas ao redor de uma mesa de bar.


 

● DISPUTA PELO SENADO NO PARÁ – Saiba no Blog do Vinencci como está a disputa pelas duas vagas de senadores pelo Pará – Helder Barbalho, Celso Sabino, Eder Mauro, Zequinha Marinho e Chicão estão na corrida pelas duas vagas que o Pará tem em 2026 no Senado Federal.


 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

● Por isso, na minha opinião, o eleitor tem de ficar atento e quando for abordado pelo candidato a deputado que está querendo se reeleger, pergunte pra ele qual é a obra que ele tem...


● DEPUTADOS SEM OBRAS, PORQUE FAZEM ‘BERTOTAS’ DE SUAS EMENDAS – É interessante observar o cenário político do Pará nestas eleições de 2026, a gente se depara com um monte de deputados, tanto federal como estadual, sem nenhuma obra de relevância em suas cidades de origem – Estou falando de obras importantes que podem mudar a vida de uma população, de uma cidade, que o povo aponte para a obra e diga: “essa obra é do deputado fulano de tar” – Isso acontece, porque os deputados, estaduais e federais ao receberem suas emendas parlamentares, fazem um fatiamento em pequenos valores para agradar prefeitos e não a população, deputados ‘beroteiros’..rs! Pois fazem pequenas ‘berotas’ e distribuem pelos municípios por todo o estado – Fique sabendo que um deputado estadual do Pará, tem direito a um montante de R $ 24 milhões em emendas parlamentares ao longo dos quatro anos de mandato, e um deputado federal tem direito a cerca de R$ 40 milhões anuais em emendas individuais de execução obrigatória, o que totaliza aproximadamente R$ 160 milhões em emendas individuais ao longo dos quatro anos de mandato – Então, um deputado seja ele estadual ou federal, tem condições de construir algo relevante em seu município de origem, pois as emendas obrigatórias são destinadas para o deputado investir na região dele, na base de seu mandato – Claro que tem deputado que faz isso, constrói obras importantes em parceria com os prefeitos e o governador, mas a maioria usa uma tática que na minha ‘opinião forte’ é equivocada – Saem distribuindo para os prefeitos ‘berotas’ de suas emendas e nada deixam como legado de seus mandatos, o povo procura uma obra do deputado e não tem nada, e são caras de pau, em todas as obras, feitas com recursos próprios do município, do estado ou do governo federal, lá está no Facebook o deputado na foto de inauguração de uma obra que ele não deu nadica de nada de sua emenda... É sacanagem! Por isso, na minha opinião, o eleitor tem de ficar atento e quando for abordado pelo candidato a deputado que está querendo se reeleger, pergunte pra ele qual é a obra que ele tem, dele, paga com as emendas obrigatórias que ele recebe para realizar obras no município de onde ele veio...FIM.