sábado, 6 de junho de 2026
● DEU RUIM PARA O FLÁVIO RACHADINHA – Saiu no UOL que um levantamento feito nas redes sociais, mostra que mais de 80% das publicações culpam o pré-candidato Flávio Bolsonaro pela taxação de Donald Trump as empresas brasileiras e a tentativa de acabar com o PIX dos brasileiros – O marketing da campanha não sabe o que fazer, já o Rachadinha corre da sala para a cozinha...Putitanga!
● 200 MIL PESSOAS NO PARARRAIÁ – O ex-ministro Jader Filho mostra direto da tela do drone o sucesso absoluto no primeiro dia de Pararraiá – Evento que vem crescendo a cada ano, movimentando a economia, fortalecendo o turismo e valorizando as tradições que fazem do nosso Pará um lugar único – A governadora Hana e o nosso governador do coração Helder Barbalho e a todos que ajudam a construir essa grande festa da cultura paraense, nossos parabéns – O São João no Pará já está em destaque entre os melhores do Brasil.
● Especialistas avaliam que a IA - inteligência artificial, desinformação e polarização, podem transformar estas eleições nas mais judicializada dos últimos anos... Aí é ralado!
Levantamento do jornal O Estado de São Paulo identificou 87 representações protocoladas no TSE entre janeiro e maio deste ano envolvendo os principais pré-candidatos e partidos da corrida presidencial. Em apenas cinco meses, o volume já equivale a quase um terço de todas as representações registradas ao longo de 2022, ano da última eleição presidencial. No mesmo período daquele ano, haviam sido protocoladas 19 representações. Em 2018, foram apenas 10.
Neste ano, PT e PL concentram mais da metade dos processos registrados no período, com 21 e 26 representações, respectivamente. Entre os temas mais frequentes presentes nas ações até agora estão propaganda antecipada, divulgação de informações falsas, impulsionamento de conteúdo nas redes sociais e, mais recentemente, o uso de inteligência artificial (IA).
Para especialistas, o avanço da IA e o potencial de disseminação de desinformação nas redes sociais criam as condições para que 2026 se torne a eleição mais judicializada dos últimos anos. De olho nesse cenário, as principais pré-campanhas já começaram a reforçar suas equipes jurídicas para enfrentar uma disputa que promete ser travada não apenas nas ruas e nas redes sociais, mas também nos tribunais.
Os primeiros sinais desse movimento já aparecem nos processos levados ao TSE. Em fevereiro, o PT protocolou duas ações questionando vídeos publicados pelo PL e por parlamentares da legenda, entre eles o senador Flávio Bolsonaro, que, segundo os advogados, utilizavam técnicas de deepfake, tecnologia capaz de simular voz e imagem para criar conteúdos falsos. Nos vídeos, Lula aparecia com uniforme de presidiário e era associado às fraudes no INSS.
Em outra frente, o PT, por meio da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), acionou a Corte para pedir a retirada do ar dos perfis “Dona Maria” nas redes sociais. As contas utilizam uma personagem criada por IA que viralizou com vídeos críticos ao presidente. Na ação, a federação sustenta que a imagem realista da personagem pode ser confundida com uma pessoa real e integrar uma estratégia de manipulação de informações.
O PL, por sua vez, recorreu ao TSE para contestar um vídeo impulsionado pelo PT nas redes sociais. Segundo os advogados da legenda, o material utilizou inteligência artificial para associar Flávio Bolsonaro a supostos escândalos financeiros envolvendo o Banco Master, influenciando a disputa eleitoral antes do início oficial da campanha.
De olho no avanço da inteligência artificial, o TSE aprovou em março novas normas para a disputa. Entre as medidas está a proibição da divulgação de conteúdos eleitorais produzidos por IA nas 72 horas que antecedem e nas 24 horas posteriores a cada turno de votação. A Corte manteve a obrigação de identificar conteúdos sintéticos utilizados em propagandas eleitorais e a proibição de deepfakes. Apesar do endurecimento das regras, permanecem brechas, como a ausência de obrigações específicas para as empresas responsáveis pelos sistemas de inteligência artificial.
Para o advogado eleitoral Alberto Rollo, a tendência de crescimento dos conflitos eleitorais nos tribunais em 2026 decorre da combinação entre a popularização das ferramentas de IA, as dificuldades para identificar a origem de determinados conteúdos produzidos por essas tecnologias e as zonas cinzentas que separam liberdade de expressão, desinformação e ataques à honra de candidatos.
“Em 2026, a inteligência artificial deve se consolidar como o maior desafio para o TSE. Sem dúvida, será a eleição da IA. Ao contrário de 2024, as tecnologias agora estão mais acessíveis e mais fáceis de usar”, afirma.
O advogado eleitoral e pesquisador da PUC-SP Erick Beyruth vê um cenário semelhante. Para ele, a sofisticação das ferramentas digitais disponíveis tende a ampliar a quantidade de disputas levadas à Justiça Eleitoral. Recursos capazes de criar avatares, simular vozes e produzir conteúdos cada vez mais realistas aumentam o potencial de induzir eleitores ao erro e pressionam candidatos e partidos a recorrer ao TSE para pedir a remoção de materiais considerados irregulares. “Em 2026, esse conteúdo circula de uma forma muito mais sofisticada”, afirma.
O pesquisador também aponta a permanência da polarização política como um fator que impulsionador de novas representações.
Mas a inteligência artificial não é o único tema que já mobiliza os pré-candidatos na Justiça Eleitoral. A propaganda eleitoral antecipada também aparece entre os assuntos mais frequentes das ações protocoladas até aqui. Esse tipo de representação envolve conteúdos divulgados antes do início oficial da campanha que possam influenciar a disputa eleitoral, seja por meio da promoção indevida de candidaturas ou de ataques a adversários.
Um dos casos foi apresentado pelo partido Missão, do pré-candidato Renan Santos, e pelo Novo, legenda do governador Romeu Zema. As siglas tentaram barrar o desfile da Acadêmicos de Niterói, cujo enredo abordou a trajetória do presidente Lula. Na sequência, o PL também ingressou na ação alegando propaganda eleitoral antecipada e possíveis indícios de abuso de poder político e econômico.
Durante as eleições, representações sobre propaganda eleitoral costumam ser analisadas por juízes auxiliares designados pelo presidente do TSE. São eles que examinam pedidos urgentes, como remoção de conteúdo, direito de resposta e liminares, antes de submeter as decisões ao plenário da Corte.
Para 2026, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, designou o vice-presidente da Corte, André Mendonça, para atuar nessa função ao lado da ministra Estela Aranha. Tradicionalmente a análise dessas ações costuma ficar concentrada em ministros substitutos, especialmente os oriundos da advocacia.
A dinâmica começou a mudar nos últimos anos. Em 2022, por exemplo, Alexandre de Moraes também ampliou o grupo responsável pelos processos de propaganda eleitoral ao incluir a ministra Cármen Lúcia entre os julgadores.
Lula e Flávio reforçam times jurídicos de olho nas eleições
Com a expectativa de que as disputas judiciais tenham peso crescente na campanha, as pré-campanhas também começaram a reforçar suas estruturas jurídicas. Flávio Bolsonaro aposta em um grupo de advogados com trânsito nos tribunais superiores para conduzir sua estratégia eleitoral. Entre os nomes está Maria Claudia Bucchianeri, escolhida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para uma vaga de ministra substituta do TSE em 2021. Ela permaneceu na Corte até 2023.
A aposta do grupo é que a nova composição responsável pelas ações de propaganda eleitoral adote uma postura menos intervencionista do que quando Moraes presidiu o TSE durante as eleições de 2022.
Nos bastidores, porém, há a avaliação de que parte das disputas eleitorais pode continuar chegando ao Supremo por outras frentes. Entre elas estão o inquérito em que Flávio é investigado por suposta prática de calúnia contra o presidente Lula e os pedidos apresentados por parlamentares para que o senador também seja incluído na investigação que apura a atuação de autoridades e agentes políticos brasileiros junto a autoridades americanas para defender sanções contra o Brasil.
Já a equipe jurídica de Lula ainda está em fase de definição. Um dos principais nomes cotados para integrar a coordenação da área é o do advogado Marco Aurélio de Carvalho, do grupo Prerrogativas. Segundo aliados, ele já foi convidado por Lula para participar da estrutura jurídica da pré-campanha, mas uma eventual entrada ainda depende de uma conversa com Edinho Silva, presidente do PT.
Interlocutores de Marco Aurélio afirmam que ele condiciona a participação à possibilidade de ter autonomia para montar a equipe e avalia que poderia contribuir mais diretamente para a articulação em São Paulo.
No entorno petista, há a percepção de que a estrutura jurídica da pré-campanha ainda não atingiu o mesmo grau de organização dos adversários. Aliados relatam que a equipe de Flávio Bolsonaro já se prepara para uma espécie de “guerra de guerrilha” jurídica, com monitoramento permanente das redes sociais e reação rápida a conteúdos considerados irregulares. O grupo também reconhece a força da equipe adversária, especialmente a atuação de Maria Claudia Bucchianeri, vista como um dos principais nomes do meio eleitoral. (Fonte: Política Livre)
● A campanha eleitoral avança e o perigo real é o excesso de otimismo baseado em pesquisas...
● OS TSUNAMIS NASCEM ABAIXO DA LINHA D’ÁGUA: O QUE TEMOS A APRENDER COM A COLÔMBIA – O resultado do primeiro turno na Colômbia não foi apenas um susto. Foi um terremoto político cujo epicentro está submerso. Ivan Cepeda, apoiado por Gustavo Petro, liderou as pesquisas por meses, mas foi ultrapassado na reta final por Abelardo de la Espriella, da extrema-direita, que somado a Paloma Valencia alcançou 50,7% dos votos. As pesquisas erraram. Mais uma vez. Como erraram com Milei na Argentina, com Kast no Chile, com Noboa no Equador. O fenômeno se repete: um eleitor invisível, que não aparece nos números, não responde a pesquisadores e não vota com a razão, explode nas urnas movido por algo que a esquerda insiste em ignorar — a emoção.
Esse tsunami não nasce na superfície. Nasce abaixo da linha d’água, no descontentamento subterrâneo que a extrema-direita aprendeu a arregimentar. Na Colômbia, na Argentina, no Chile, esse movimento já surpreendeu. Agora, o alarme está soando para o Brasil. Se não mudarmos a linguagem, a mensagem e a própria alma da comunicação política que empreendemos, o próximo tsunami pode levar embora não apenas uma eleição, mas a própria estabilidade institucional do país, porque não é apenas um governo que estamos protegendo contra o avanço insano da ultra-direita golpista. É a própria noção de democracia.
O problema não é apenas o bolsonarismo. É a sua capilaridade. A extrema-direita, como lembrou recentemente Valério Arcary na Esquerda Online, conquistou uma implantação social incomparavelmente superior à da esquerda. Não se resume às igrejas pentecostais. Há uma militância difusa, resiliente, que se sente acolhida emocionalmente enquanto a esquerda, muitas vezes, ainda aposta em planilhas, dados macroeconômicos e defesas racionais do legado de governo.
Se houvesse alguma racionalidade nessa disputa, Flávio Bolsonaro, o mais corrupto membro de uma família de cleptocratas, estaria amargando índices residuais nas pesquisas de intenção de votos. A folha corrida do candidato do PL não deixa sombra de dúvida de sua ligação com a máfia do Banco Master, com notórios quadros do crime organizado, com o Escritório do Crime carioca e com práticas de enriquecimento ilícito cujas provas tornariam inviável qualquer atividade pública se estivéssemos vivendo algum tipo de normalidade cognitiva.
Lula tem aprovação entre os mais pobres, mas o bolsonarismo domina a “classe remediada” — assalariados que ganham acima do salário médio e se sentem abandonados por um discurso progressista que, aos olhos deles, prioriza “outros” em vez de suas próprias angústias. Não se trata de fato; trata-se de percepção. E percepção é território da emoção.
Uma linha exclusivamente defensiva do legado do governo Lula será insuficiente. Por quê? Primeiro, porque a classe trabalhadora está dividida. Segundo, porque a classe dominante, sem qualquer compromisso republicano com a democracia, forma um bloco majoritário sólido contra qualquer candidatura minimamente transformadora — e arrastará a classe média acomodada. Terceiro, porque os resultados positivos da gestão não atravessam a “muralha” ideológica construída pela extrema-direita. Quem odeia Lula por razões culturais ou afetivas — nutridas pela rede ininterrupta de desqualificação moral empreendida péla extrema-direita — não mudará de voto porque o PIB cresceu 0,5% a mais.
Aqui reside o cerne da ameaça institucional. A estabilidade democrática não depende apenas das instâncias formais. Depende de um tecido social mínimo de confiança no outro, no sistema, no futuro. A extrema-direita neofascista, ao explorar o ressentimento como motriz política, rompe esse tecido. E a esquerda, se responde apenas com razão técnica ou nostalgia do fomos ou fizemos, perde o combate no campo onde ele realmente se decide: o campo simbólico, afetivo, narrativo.
Arcary propõe um remédio amargo mas necessário para a esquerda brasileira: não um giro ao centro, que seria devastador, mas um giro corajoso à esquerda na forma, não apenas no conteúdo. Disputa de valores, não de planilhas. Visão de mundo, não apenas de gestão. Compromisso emocional com o que é justo. E, sobretudo, uma aposta no futuro — não na defesa do passado.
Compromissos simples, claros, cristalinos: Brasil soberano contra Trump, imposto sobre grandes fortunas, passe livre, renda mínima universal, defesa da Amazônia, fim das emendas parlamentares que sequestram o orçamento, segurança pública que asfixie financeiramente as milícias e o crime organizado. Não se trata de radicalismo vazio. Trata-se de oferecer ao eleitor invisível uma narrativa que faça sentido emocional para sua vida concreta.
A campanha eleitoral avança e o perigo real é o excesso de otimismo baseado em pesquisas. A “hipnose” dos números pode alimentar erros irreparáveis de linha política. Metade da população não tem definição política firme. Essa metade não será conquistada com medo do passado, mas com esperança audaciosa de futuro.
O tsunami colombiano é um aviso. Os eleitores de Abelardo não eram todos fascistas convictos. Eram, em grande medida, pessoas que sentiam que a esquerda não lhes falava — nem na língua, nem no coração. Se a esquerda brasileira não aprender a nadar nessas águas emocionais, o próximo tsunami não surpreenderá ninguém. Só destruirá tudo outra vez.
sexta-feira, 5 de junho de 2026
● ZÉ MARIA – PREFEITO BOM DE TRABALHO – O prefeito de Santarém acompanhou de perto o andamento das obras da Esplanada do Tapajós e do Espaço Kids, equipamentos públicos que estão ganhando forma para oferecer mais lazer, convivência e qualidade de vida para as famílias santarenas – Logo em breve a população terá novos ambientes para resenhas e momentos especiais, encontrando pessoas e celebrando a vida.
quinta-feira, 4 de junho de 2026
● NO PRIANTE O POVO BOTA FÉ – O projeto de asfaltamento da BR-230, no lote 2, que contempla os municípios de Rurópolis, Placas e Uruará, está concluído e segue agora para Brasília, entrando na fase de licitação. Estamos falando de quase R$ 1 bilhão em investimentos para transformar uma das rodovias mais importantes do Pará, fortalecendo o desenvolvimento, a mobilidade, a economia e a qualidade de vida de quem vive e trabalha na região – Nos próximos dias, o deputado Priante promoverá uma audiência com toda a bancada federal e o Ministro dos Transportes, para discutir o edital de licitação e garantir clareza sobre os próximos passos desse grande projeto, tão esperado pela população da Transamazônica.
quarta-feira, 3 de junho de 2026
● A PARADA É MUITO LOUCA – O Ministro do STF Edson Fachin dá um ralho em advogado por não estar com a roupa adequada para sessão do STF – A advocacia tem um ritual que deve ser cumprido, é obrigação de todo causídico saber se vestir adequadamente – O Dr. advogado vacilou e não colocou a beca, daí pegou o ralho dele...rs
● ESTE É O MEU PRÉ-CANDIDATO NÉLIO AGUIAR – O ex-prefeito de Santarém Nélio Aguiar, além de ser o recordista em asfalto da história de Santarém, fez as principais obras de grande porte da Pérola do Tapajós – Por isso ele é o mais preparado, experiente e capacitado para assumir uma vaga na Assembleia Legislativa do Pará – ALEPA nestas eleições.
● ÉGUA DO RALHO PAI D’ÉGUA! Espie bem bolsonarista extremista, veja o bofete que o bolsonarista Eder Mauro, a vergonha do povo do Pará, levou do Pastor Henrique Vieira – Preste bem atenção na chamada de saco ‘catiguria’ que o Pastor deu nesse deputado sem modos, sem cultura, sem nenhum preparo, para debater boas ideias e discutir assuntos importantes e de relevâncias para o nosso povo – Eder Mauro nunca apresentou para o povo do Pará, um projeto dele que vá beneficiar nossa gente – Mijada mais que merecida.
● BOLSO-MASTER-FILME - Novas conversinhas milionárias apontam um cronograma de US$ 24 milhões para a produção do ‘tar’ bolso-master-filme – O Intercept Brasil está revelando que o banqueiro Daniel Vorcaro passou a tratar o filme Dark Horse, a epopeia de Jair Bolsonaro, como prioridade máxima depois das cobranças ligadas ao senador Flávio Bolsonaro – Em mensagens de zap zap, Vorcaro afirma: "Esse é o mais importante disparado. Não pode falhar mais" – O Intercept mostra na publicação que as conversinhas milionárias, apontam um cronograma de transportes no valor equivalente a cerca de R$ 134 milhões na época... Putitanga!
terça-feira, 2 de junho de 2026
● PARADA É MUITO LOUCA... Afinal… o que é ser um capitalista? Muitos tolos, donos de pequenos negócios, se acham capitalistas, mas na verdade o “capitalista” é quem junta fortuna encima do trabalho dos outros – O pequeno empreendedor é um explorado pelo grande capital e quando ele quebra ninguém o socorre, enquanto o barão capitalista quando quebra, o estado salva os negócios dele... Saiba das coisas com a Caroline Sarda
● PREFEITO BOLSONARISTA AUTORITÁRIO – Crianças do interior em fase de conhecer a cidade, e as coisas do mundo, ao invés de serem orientadas corretamente, dentro da norma educacional, são de forma autoritária, tratadas como “rapazes” pelo prefeito bolsonarista de Oriximiná – Que abusando de sua autoridade, praticou assédio moral contra servidora municipal, diante dos alunos – Não podemos nos calar para ditador nenhum, nosso sistema democrático não permite que um prefeitinho perereca, se encha de poder para impor suas vaidades bolsonaristas nas redes sociais, garimpando curtidas no Facebook, jamais!!!
segunda-feira, 1 de junho de 2026
● ZÉ MARIA, PREFEITO BOM DE TRABALHO – É com muito trabalho, compromisso e presença forte que Santarém avança, com mais qualidade de vida para a população – Nos 365 anos da Pérola do Tapajós, celebramos as conquistas de hoje e a esperança de um futuro ainda melhor – Vamos comemorar juntos o aniversário de Santarém, fique ligado na programação.
● OLHA, OLHA, OLHA A BOA DA SEMANA DO BLOG DO NELSON VINENCCI – José da Silva, conhecido nas redes sociais como "Joseilson da Pedra" - O bolsonarismo enlouqueceu ele e um irmão, até quando ele ouviu a voz do Flávio Bolsonaro trocando figurinha com o Daniel Vorcaro, foi o fim do bolsonarismo e o início de uma nova vida – Joseilson da Pedra foi até as últimas maluquices que o bolsonarismo pode fazer com uma pessoa, até uma igreja ele fundou com a seita bolsonarista, mas graças ao nosso bom Deus, ele despertou para a realidade e está salvo da vida de trevas que todo bolsonarista vive – Mostre esse depoimento para um bolsonarista, ajude a salvar um patriota dessa vida de loucura, porque o bolsonarismo age como uma droga na mente das pessoas.
● É FANTÁSTICO – Com câncer terminal, homem decide fazer velório em vida: ‘Quando eu morrer, eu morri. Mas até lá, eu estou vivendo’ – Tiago Pitthan promoveu o encontro pra celebrar a vida ao lado de amigos e parentes – Todo mundo que tem câncer terminal deveria fazer o velório ainda em vida – Sabendo que vai morrer, só resta à pessoa fazer farra todo dia, ao invés de ficar chorando pelos cantos.
● A classificação de PCC e CV como organizações terroristas pelo governo Trump, patrocinada pelos filhos de Bolsonaro, é um ato de lesa-pátria...
● BOLSONARISMO COMO TERRORISMO E A PERSISTÊNCIA DO INTENTO GOLPISTA - A condenação histórica de Jair Bolsonaro e seus generais por tentativa de golpe de Estado não enterrou o projeto golpista; ele apenas se reconfigura, aliando extremismo doméstico à subserviência internacional.
O Brasil assistiu, nos últimos anos, a um fenômeno inédito em sua história republicana: um presidente derrotado nas urnas articulou, às claras, um plano para permanecer no poder a qualquer custo. A investigação da Polícia Federal e a denúncia da Procuradoria-Geral da República revelaram uma organização criminosa estável, liderada por Jair Bolsonaro, que tramou a abolição violenta do Estado Democrático de Direito, o assassinato do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, de seu vice Geraldo Alckmin e de um ministro do Supremo Tribunal Federal . O plano “Punhal Verde Amarelo” não foi ficção; foi uma conspiração em curso, interrompida apenas pela falta de adesão do Alto Comando das Forças Armadas .
No entanto, a condenação de Bolsonaro e de seus aliados militares — embora histórica — não representa o ponto final do bolsonarismo como projeto de poder. Pelo contrário. Como bem alertou a historiadora Carla Teixeira, em entrevista ao Brasil de Fato, “o que faltou para esse golpe dar certo foi combinar com o restante da burguesia” . Em outras palavras, a tentativa fracassou não por convicção democrática dos golpistas, mas por falta de articulação política e midiática suficiente. E é justamente essa articulação que agora se recompõe sob novas bases.
A sobrevivência política do bolsonarismo, demonstrada pela manutenção de uma base eleitoral significativa e pela pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, indica que o “trauma” nacional ainda não foi devidamente elaborado . Mais grave: o movimento extremista aprendeu com seus erros. Diante da blindagem institucional representada pelo STF e pelo sistema eleitoral — que o impediu de consumar o golpe em 2022 —, a estratégia agora é internacionalizar o conflito e sequestrar a soberania nacional em nome de uma suposta “guerra contra o terror”.
● Terceirizando a segurança pública e a política externa
O episódio recente em que os Estados Unidos, sob influência direta de Flávio e Eduardo Bolsonaro, classificaram o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas é a materialização mais explícita dessa nova fase do projeto golpista, que se deu ao mesmo tempo em que o envolvimento direto de Bolsonaro e seus filhos com a bilionária fraude do Banco Master se tornou evidente.
À primeira vista, a medida do governo dos Estados Unidos pode soar como um avanço no combate ao crime organizado. No entanto, como alertou o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a decisão impõe riscos gravíssimos à soberania nacional, ao sistema financeiro e às relações comerciais do Brasil. Bancos, corretoras e até mesmo o Pix podem sofrer retaliações; o país pode ver seu risco-país disparar, seus investimentos estrangeiros encolherem e seu comércio exterior ser inviabilizado .
A Colômbia conviveu com as consequências da classificação das Farc como terroristas por mais de duas décadas, sem que o crime organizado tenha sido erradicado. O México também sofre com as sanções americanas a bancos acusados de lavagem de dinheiro para cartéis. Em todos os casos, o que se viu foi uma perda de autonomia e uma interferência externa que mais atrapalhou do que ajudou no enfrentamento ao crime.
O promotor Lincoln Gakiya, maior autoridade do país no combate ao PCC, já declarou que a medida de Donald Trump mais atrapalha do que ajuda. Isso porque o compartilhamento de informações entre Polícia Federal, Ministério Público, DEA e FBI tende a cessar, uma vez que os assuntos de defesa serão classificados como sigilosos pela CIA e pelo Pentágono.
Mas o mais grave é o caráter político-eleitoral da ação. Ao viajar aos Estados Unidos para se encontrar com Marco Rubio e Donald Trump, Flávio Bolsonaro não estava defendendo a segurança pública brasileira — estava criando uma cortina de fumaça para desviar o foco das investigações sobre o Banco Master, que o ligam a lavagem de dinheiro. Ao mesmo tempo, construía um salvo-conduto para uma eventual intervenção ianque no Brasil, criando um fato externo que pudesse desestabilizar o governo Lula e beneficiar sua própria candidatura.
Como escreveu Leonardo Sakamoto, no UOL, “Trump, interfira no Brasil” virou o programa de governo dos Bolsonaros. O patriota de vitrine que se veste de verde e amarelo não hesita em bater continência à bandeira dos Estados Unidos e pedir sanções contra o próprio país para tirar vantagem eleitoral.
● A persistência do intento golpista e o papel das Forças Armadas
O julgamento do STF escancarou que a tentativa de golpe não foi obra de alguns poucos “radicais isolados”. Foi uma operação coordenada, que envolveu o presidente da República, seus ministros militares, generais da reserva e o núcleo duro do governo . A reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada, as reuniões no Palácio do Planalto com comandantes das Forças Armadas, os atos antidemocráticos de 8 de janeiro — tudo isso compõe um quadro de insurreição em curso, como definiu o procurador-geral Paulo Gonet.
No entanto, é ingênuo supor que a condenação dos generais Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira extirpou o pensamento golpista das casernas. Pelo contrário. A historiadora Carla Teixeira, em sua análise para o Brasil de Fato, foi contundente: “Sem reforma, risco de golpe continua”. As Forças Armadas brasileiras ainda operam sob a lógica da Doutrina de Segurança Nacional, que identifica um “inimigo interno” a ser combatido — movimento sociais, lideranças populares, intelectuais e jornalistas críticos.
O fato de o ministro da Defesa, José Múcio, ter permanecido no cargo mesmo tendo defendido os acampamentos golpistas é um sintoma do imobilismo político que impede uma reforma estrutural nas Forças Armadas. Enquanto a Justiça Militar continuar a existir, enquanto os privilégios e as estruturas paralelas dos militares não forem enfrentados, o país seguirá refém de uma corporação que se vê como poder moderador e não como serviço público subordinado ao controle civil.
A democracia brasileira, como disse o cientista político Paulo Henrique Cassimiro, “segue ameaçada”. A condenação de Bolsonaro é um passo importante, mas não é uma “bala de prata”. O bolsonarismo, enquanto movimento, sobrevive ao seu líder — e pode retornar ainda mais perigoso, sob novas lideranças e com novas estratégias.
● A vigilância como critério da liberdade
O Brasil vive um momento decisivo de sua história republicana. Pela primeira vez, um ex-presidente e seus generais foram condenados pela Justiça civil por tentativa de golpe de Estado. Isso não é pouca coisa. Representa um avanço institucional relevante e uma sinalização de que os atentados à democracia não ficarão impunes.
No entanto, como aponta o psicanalista Fábio C. Zuccolotto, o julgamento não é apenas jurídico — é também uma oportunidade de elaboração coletiva do trauma . A sociedade brasileira precisa nomear o que viveu, reconhecer a gravidade do que se passou e, a partir daí, construir barreiras efetivas contra o autoritarismo.
Isso implica, necessariamente, enfrentar o bolsonarismo em suas novas roupagens. Não mais como um movimento que tenta dar um golpe às claras, mas como uma força política que busca minar a democracia por dentro — seja via anistia aos golpistas, seja via internacionalização do conflito e subserviência aos Estados Unidos.
A classificação de PCC e CV como organizações terroristas pelo governo Trump, patrocinada pelos filhos de Bolsonaro, é um ato de lesa-pátria. É a tentativa de sequestrar a soberania nacional em favor de um projeto de poder pessoal e familiar. E é também um alerta: o golpismo não morreu. Ele apenas mudou de endereço — migrou dos quartéis para os escritórios de lobbies em Washington, travestido de retórica anticrime, mas carregando o mesmo objetivo de sempre: desestabilizar o Brasil em proveito próprio.
Cabe à sociedade brasileira, às instituições democráticas e à comunidade internacional que valoriza o Estado de Direito dizer: não passará. E, mais do que isso, construir as reformas estruturais — nas Forças Armadas, no sistema de inteligência, na regulação das plataformas digitais e no financiamento político — que impeçam que a história se repita. O trauma, para ser superado, não pode ser esquecido. E os golpistas, para serem derrotados, não podem ser anistiados. (Chico Cavalcante é jornalista e consultor político) ▼ https://blogdonelsonvinencci.blogspot.com/
domingo, 31 de maio de 2026
● Olha, olha, olha tá parecendo que o bolsonarismo está chegando ao seu final, o povo está despertando para a realidade e já está percebendo que o bolsonarismo não é futuro pra ninguém...
● PROFESSOR SÁVIO PINHEIRO DÁ UM PASSO IMPORTANTE – Se fortalecendo na articulação para disputar a prefeitura de Oriximiná em 2028, o professor Sávio Pinheiro assumiu a Presidência do PSB em Oriximiná – Partido histórico da política brasileira que hoje tem como liderança nacional, o vice-presidente Geraldo Alckmin - Sávio Pinheiro recebeu em Oriximiná a visita do Professor Thiago que é pré-candidato a deputado federal, na ocasião Sávio assumiu a presidência do PSB – Partido Socialista Brasileiro.
sábado, 30 de maio de 2026
● FLÁVIO VAI SALVAR O BRASIL DO PCC? AÍ É RALADO! Flávio Bolsonaro esteve com o ex-deputado Rodrigo Bacellar, preso pela Polícia Federal por envolvimento com o CV - Comando Vermelho em julho de 2025 em um "almoço entre amigos em Búzios RJ” – Eles conversam reservadamente, mas ninguém sabe o que eles falavam – O deputado federal Otoni de Paula desce a ripa e joga cocô no ventilador, afirmando abertamente que “Flávio é batedor de carteira”.
sexta-feira, 29 de maio de 2026
● AI MEU SANTINHO! EUA pode invadir o Brasil, e deve começar por Goiás - Gestão de Caiado pagou R$ 200 milhões a OS suspeita de ligação com o PCC que está na mira dos EUA.
● GOVERNO DE GOIÁS PAGOU R$ 200 MILHÕES A GRUPO INVESTIGADO POR LIGAÇÃO COM PCC – Empresas ligadas ao PCC eram fornecedoras de uma organização da área de saúde, contratada para gerir hospitais na gestão de Caiado em Goiás (Por Eduardo Militão)
A gestão do ex-governador de Goiás e pré-candidato ao
Planalto, Ronaldo
Caiado (PSD), destinou ao menos R$ 209 milhões a empresas que são ou
já foram controladas por um homem acusado de ligação com o Primeiro Comando da
Capital (PCC). Entre os anos de 2020 e 2025, o governo de Goiás pagou uma
organização social da área de saúde que tinha como fornecedoras as empresas de
Thiago Telles Batista de Souza, investigado por suspeita de atuar com o PCC.
Segundo a Polícia Civil de São Paulo (PC-SP), Thiago
Telles é o “beneficiário final” de um esquema de lavagem de dinheiro do PCC abastecido
por recursos provenientes do tráfico de drogas, jogos ilegais e golpes contra
consumidores. Telles foi alvo de busca e apreensão em dezembro passado no
âmbito da Operação Falso Mercúrio. A operação teve
desdobramentos nesta quinta-feira (28/5), com a Falsa
Las Vegas.
Apelidado de “Tom Cruise”, em referência ao ator do filme
“Top Gun”, Thiago comprava grandes volumes de dinheiro em espécie com
intermediários da facção criminosa em período coincidente com seus contratos
públicos, segundo o inquérito e outros documentos levantados pela reportagem
do Metrópoles. Dessa forma, os valores poderiam circular fora do alcance
do Banco Central e do Coaf, órgão de inteligência financeira do governo.
Em Goiás, o dinheiro dos contratos públicos chegava às
empresas de Thiago por meio da intermediação da organização social (OS) de
saúde Instituto de Medicina e Estudos (Imed).
O governo de Goiás contrata o Imed, que, por sua vez,
terceiriza a gestão dos hospitais para outras empresas. Entre 2019 e 2025, a
organização recebeu R$ 1,4 bilhão do estado de Goiás, de acordo com registros
do portal da Transparência de Goiás.
Em nota ao Metrópoles, Caiado disse que autoridades
federais de controle deveriam ter informado a seu governo que
fornecedores das OS contratas pelo estado tinham ligação com narcotraficantes.
Procurada, a Secretaria de Saúde de Goiás disse à coluna
que “a contratação de fornecedores pelas organizações sociais é de
responsabilidade exclusiva da entidade gestora, não dependendo de autorização
prévia da secretaria”. As empresas citadas em relatório da polícia negaram
irregularidades (veja
o que eles disseram aqui).
A seleção do Imed ocorreu por meio de chamamento público,
modelo em que organizações sociais apresentam propostas e o governo escolhe a
considerada mais adequada.
A organização
social disse desconhecer as investigações policiais e afirmou que cada
contratação que faz “obedece a processo de seleção pública, previsto em
regulamento de compras aprovado pelos órgãos de controle”. “A relação do Imed
com empresas fornecedoras de serviços médico-hospitalares, bem como com as
pessoas mencionadas, sempre ocorreu estritamente no âmbito profissional.”
Com um discurso frequente de combate às facções
criminosas, Caiado fez elogios públicos ao Imed em diferentes ocasiões e
apareceu ao lado da advogada Maria Carolina Lazarini Dias — diretora jurídica
do Imed e sócia do escritório de advocacia que assina contratos pelo instituto
— em eventos oficiais e sociais.
“Agradeço a toda a minha equipe e, principalmente, à
administração do Imed, que, como organização social, veio com o objetivo de
mostrar que podíamos fazer bem e atender à população”, afirmou Caiado em maio
de 2021, durante visita ao Hospital de Formosa (GO), a 80 km de Brasília (DF),
administrado pela entidade. Presente no evento, Maria Carolina Lazarini disse
que o governador tinha “visão de futuro”.
Com os recursos recebidos, o Imed contratou empresas para administrar oito hospitais e unidades de saúde em Goiás. Dessas, firmas vinculadas a Thiago ganharam R$ 209 milhões, mais de 10% do valor total recebido pelo Imed do governo de Goiás.
Os dados públicos mostram que o dinheiro não só abasteceu
empresas do investigado por ligação com o PCC, como também uma firma em nome da
advogada Maria Caroline Lazarini, diretora do Imed... Leia todos os detalhes aqui
● FOI NÉLIO AGUIAR QUE CONSTRUIU A ORLA DA VILA ARIGÓ – O ex-prefeito Nélio Aguiar, o Rei do Asfalto, em uma parceria histórica com o deputado federal José Priante, o mais querido do Baixo Amazonas, realizou um sonho antigo dos moradores do bairro da Prainha – Nélio prefeito de palavra, o que ele fala, ele faz - garantiu que iria construir a Orla da Vila Arigó e fez um complexo com quadra esportiva e outros equipamentos de lazer e celebrou junto com o povo essa grande conquista para os moradores da Prainha.
● ALÔ PROFESSORES, DIA 12 TÁ NA CONTA OS PRECATÓRIOS – Educação também é compromisso da gestão Hana Ghassan, mantendo o diálogo e muito respeito com quem dedica a vida a ensinar – O pagamento dos precatórios do FUNDEF será realizado no dia 12 de junho, garantindo esse direito aos profissionais da educação do Estado do Pará.
● SEXTOU – FILOSOFIA DE BOTECO: Para celebrar a sexta-feira, dia universal de quem é da igreja vai para a igreja, quem é pessimista, panema e pissiquento não sai de casa, quem é da balada vai para a balada, porque quem tá liso, na juquira, vai para as redes sociais reclamar da vida e falar mal do governo - Agora quem é do boteco vai filosofar com os amigos de copo e de bar, saboreando aquela canela de ajudante de pedreiro estupidamente gelada.
quinta-feira, 28 de maio de 2026
● OPINIÃO FORTE DO POETA JOSÉ DE ALENCAR GUIMARÃES sobre o fim da escala 6x1, as opiniões do poeta estão viralizando nas redes sociais, pela sua autenticidade e posição firme do nobre cordelista – Complementado a opinião do poeta veja a lapada histórica que a deputada Erika Hilton deu na turma da extrema direita do PL (Partido Liberal) bolsonarista, que era contra o fim da escala 6x1, mas quando a classe trabalhadora se mobilizou eles recuaram e viraram biruta de aeroporto, que só vai para o lado que o vento sopra...rs!
quarta-feira, 27 de maio de 2026
● Na política quem manda é quem tem voto, quem não tem obedece...
terça-feira, 26 de maio de 2026
● MÉDICO SE DIZ PERSEGUIDO EM TERRA SANTA – O Dr. Tibério de Figueiredo Araújo, médico Clínico Geral registrado para atuar no estado do Pará pelo ‘Programa Mais Médicos’ do governo federal, muito querido pelo povo de Terra Santa, acusa o prefeito Siqueira Fonseca e o Secretário de Saúde Leandro Rocha de lhe perseguirem politicamente – Nossa fonte em Terra Santa garante que ele não apoiou o Siqueira Fonseca na eleição passada e por essa razão, começou a sofrer constrangimentos, o próprio Médico desabafa no vídeo – O prefeito que é bolsonarista da extrema direita, processou ele e abriu mão de sua vaga que a prefeitura não pagava um centavo ao médico para trabalhar, e sim o governo federal – Por essa ingrisilha política a população ficou sofrendo sem o atendimento do profissional médico – O povo terra-santense respeitava e gostava muito do trabalho do Dr Tibério – Já começou a cair a ficha da bobagem que o povo de Terra Santa fez, ao eleger um prefeito que é um personagem do Facebook, nas redes sociais é tudo lindo e maravilhoso, mas a realidade tem sido cruel para o cidadão e cidadã terra-santense – Veja a explicação do médico...
● O PRESIDENTE LULA JÁ ESTÁ EM MANAUS entregando 576 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, construídas em parceria com a Prefeitura de Manaus – É a terceira vez que Lula vem a Manaus neste atual mandato – Omar Aziz, Eduardo Braga, o vice-governador Serafim Corrêa e o prefeito de Manaus Renato Júnior, estão acompanhando Lula na cerimônia oficial da realização do sonho de muitos amazonenses de conquistar a casa própria.
● NO PRIANTE O POVO BOTA FÉ – Deputado Priante falando para o povo de Alenquer: “Tenho orgulho de representar essa terra cheia de belezas naturais e de pessoas maravilhosas –Seguimos firmes nessa grande parceria com o prefeito Tom, trabalhando para cuidar e entregar cada vez mais ao povo de Alenquer...”
● MENDONÇA MANDA PF NA CASA DE CLÁUDIO CASTRO – Nesta terça (26) o ex-governador bolsonarista do RJ está sendo alvo de buscas pela Polícia Federal em apuração contra a transferência de R$ 3 bilhões do Rioprevidência para o Banco Master – Estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão no RJ e no DF, expedido pelo ministro ‘terrivelmente evangélico’, como dizia Bolsonaro: André Mendonça do (STF) – É a 8ª fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), que investiga crimes financeiros envolvendo o Banco Master.
segunda-feira, 25 de maio de 2026
● DONALD TRUMP está se fazendo de difícil e não dá bola para Flávio Rachadinha - Para o Lula ele botou o tapete vermelho, já com o Flávio ele tá com pavulagem...rs!
● FLÁVIO CHEGA AOS EUA SEM CONFIRMAÇÃO DE AGENDA COM TRUMP - O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ)desembarcou nesta segunda-feira (25) em Washington em busca de uma agenda com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O encontro, no entanto, ainda não foi confirmado pela Casa Branca.
Segundo interlocutores, a reunião, prevista para terça-feira (26), teria sido articulada a partir de um convite do governo americano. No site do Senado, não há ofícios de Flávio comunicando a saída do país, como é de praxe.
Em outras ocasiões, antes de realizar viagens ao exterior, o senador pediu licença à Casa e informou a agenda a ser cumprida. Segundo a assessoria do pré-candidato, o ofício foi protocolado, embora não esteja disponível.
A viagem ocorre no momento mais delicado da pré-campanha de Flávio, após a divulgação, pelo Intercept Brasil, de áudios nos quais ele pede ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, dinheiro para o filme "Dark Horse", produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Embora interlocutores do senador minimizem os impactos da crise, a primeira pesquisa Datafolha divulgada após o episódio aponta piora no cenário eleitoral para o parlamentar. Lula ampliou de três para nove pontos percentuais a vantagem sobre Flávio em uma simulação de primeiro turno: agora aparece com 40% das intenções de voto, ante 31% do senador.
Na rodada anterior, os dois estavam em empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, com 38% para o petista e 35% para Flávio. No segundo turno, o empate em 45% deu lugar a uma vantagem de 47% a 43% para Lula.
Segundo pessoas próximas ao senador, Flávio deve estar acompanhado em Washington do irmão Eduardo Bolsonaro e do empresário Paulo Figueiredo.
Ambos atuam nos Estados Unidos em articulações junto a setores conservadores americanos e, no ano passado, pressionaram por sanções contra integrantes do governo brasileiro e ministros do STF.
Nas redes sociais, Figueiredo afirmou que o encontro com Trump é tratado como especulação pela imprensa e que nem a campanha nem a Casa Branca confirmaram ou negaram a reunião. "De fato, Flávio Bolsonaro está em Washington p ara uma série de reuniões de alto nível. O resto saberão em breve", escreveu.
Uma eventual reunião entre Flávio e Trump ocorreria três semanas após o encontro entre o presidente americano e Lula. Integrantes do governo federal afirmam não ver motivo para tentar barrar a agenda, tratada nos bastidores como uma tentativa do senador de produzir um fato político positivo em meio à crise do "Dark Horse".
Reservadamente, porém, auxiliares do governo afirmam que qualquer gesto interpretado como tentativa de interferência externa no processo eleitoral brasileiro seria respondido de forma "rápida" e "contundente".
Entre aliados de Flávio, também há cautela sobre a divulgação antecipada da reunião. Interlocutores do senador afirmam que existe receio de cancelamento de última hora, já que Trump acompanha a guerra envolvendo o Irã e negocia um possível acordo com Teerã.
Nos bastidores, aliados classificam a viagem como uma aposta de alto risco e enxergam uma estratégia de "tudo ou nada" para tentar reposicionar a pré-candidatura.
Nesta semana, deputados federais, estaduais, vereadores e pré-candidatos do PL se reuniram em Dallas para um encontro com Eduardo Bolsonaro, na região em que o ex-parlamentar vive. Entre eles estavam Gil Diniz (PL), Lucas Bove (PL), Paulo Mansur (PL) e Cristiano Caporezzo (PL).
Essas reuniões acontecem com frequência e, para alguns participantes, esta já é a terceira viagem aos Estados Unidos para encontros com Eduardo. Desta vez, o grupo reuniu cerca de 20 pessoas. Desta vez, memso que não pretendia comparecer, acertou de última hora a viagem para os EUA. A justificativa é que com o escândalo do banco Master era importante mostrar para o público que a base se mantém unida.
Eles afirmam custear as viagens com recursos próprios, parcelar passagens no cartão de crédito, buscar hospedagens baratas e economizar em refeições — como no supermercado Costco, onde um cachorro-quente com refrigerante custa US$ 1,50 (R$ 7,80).
Segundo aliados, o esforço vale a pena porque os encontros permitem estreitar a relação com Eduardo Bolsonaro e produzir conteúdo para redes sociais, ampliando alcance e engajamento político.
O grupo, porém, não é homogêneo em relação a Flávio Bolsonaro. Parte dos aliados afirma que a crise do "Dark Horse" já foi esclarecida e sustenta que não houve irregularidade no pedido de apoio financeiro feito por Flávio a Vorcaro, já que ocorreu antes da revelação das suspeitas envolvendo o ex-banqueiro.
Outros, no entanto, admitem que o senador conduziu mal a crise e criticam, por exemplo, o fato de ele ter negado ao Intercept a relação com Vorcaro.
Nos bastidores, integrantes da base bolsonarista relatam que a relação com Eduardo Bolsonaro, mesmo vivendo nos Estados Unidos, é hoje mais próxima do que com Flávio. Segundo esses relatos, parte da militância sente falta de interlocução direta com o senador, embora continue atuando em sua defesa nas redes sociais.
Aliados descrevem a ida aos Estados Unidos também como demonstração de lealdade política a Eduardo, que está fora do Brasil há cerca de um ano.
Nas redes sociais, os participantes divulgaram fotos e vídeos com o ex-deputado. Em publicações, se autodenominam "Eduardistas", defendem os encontros em solo americano como forma de manter a base unida e afirmam que as reuniões são fundamentais para a articulação política e para a definição de futuras candidaturas. (Fonte: Por Isabella Menon, Folhapress)
● A hegemonia da extrema-direita nas redes sociais não é um acidente técnico, mas o resultado de uma estratégia minuciosa e de uma agressiva disputa por capital simbólico.
● A REBELIÃO DO HABITUS: COMO A EXTREMA DIREITA CONVERTEU
RESSENTIMENTO EM CAPITAL SIMBÓLICO - A política na arena digital se consolidou,
em última instância, como uma disputa por quem terá o direito e o poder de
nomear o que é real.
O fenômeno da ascensão da extrema-direita nas plataformas
digitais é frequentemente reduzido a explicações puramente tecnológicas, como o
funcionamento de algoritmos, ou psicológicas, como o contágio emocional. No
entanto, para compreender a profundidade desse domínio, é preciso recorrer à
sociologia de Pierre Bourdieu. A extrema-direita não apenas “usa” as redes
sociais; ela colonizou o capital simbólico desses espaços, transformando o
ressentimento social em uma nova forma de distinção e autoridade.
● O capital simbólico da “autenticidade” contra a elite
cultural
O sociólogo francês Pierre Bourdieu (1930-2002) explicava
que o sistema de dominação tradicional se baseia no capital cultural — títulos
acadêmicos, domínio da norma culta e acesso a instituições de prestígio. A
extrema-direita percebeu que, nas redes sociais, esse capital cultural
tradicional pode ser convertido em um estigma: o “globalismo” ou a “elite
intelectual descolada da realidade”.
Nesse campo, as lideranças de extrema-direita operam uma
inversão de valores. Eles acumulam um capital simbólico de autenticidade ao
rejeitarem deliberadamente a correção política e o vocabulário das
instituições. Ao falarem de forma “tosca”, agressiva ou simplista, eles
sinalizam um pertencimento ao “povo” e uma ruptura com as hierarquias
tradicionais. Para o eleitor que se sente excluído ou menosprezado pelo sistema
educacional e cultural, essa quebra de protocolo é percebida como um ato de
libertação contra a violência simbólica “das elites”.
● O habitus do
ressentimento e a identidade de grupo
O conceito de habitus é fundamental para entender por que
certas narrativas de extrema-direita se propagam tão organicamente. O habitus é
o sistema de disposições que adquirimos através da nossa posição social. Nas
últimas décadas, grandes parcelas da classe média e trabalhadora viram seu
prestígio social e segurança econômica declinarem.
A extrema-direita oferece a esses grupos uma forma de
revalorização simbólica. Através das redes, ela reativa disposições latentes —
como o nacionalismo, o conservadorismo moral, o medo da perda de status e a
nostalgia de um passado idílico — transformando o sentimento de derrota em uma
identidade de “guerreiro cultural”. As redes sociais, ao funcionarem como
câmaras de eco, cristalizam esse habitus, fazendo com que o indivíduo sinta que
suas percepções (muitas vezes baseadas no medo do outro, seja ele o imigrante,
o progressista ou a minoria) são, não apenas legítimas, mas, também a única
verdade ocultada por uma conspiração sistêmica.
● A luta pelo monopólio da verdade nas redes
Para Bourdieu, o Estado é o detentor do “monopólio da
violência simbólica legítima”. A extrema-direita digital desafia esse monopólio
ao criar um sistema paralelo de classificação da realidade. Nas redes, o
capital simbólico não é mais outorgado por especialistas ou jornalistas, mas
pelo volume de engajamento e pela capacidade de “mitar” ou “lacrar” sobre o
oponente.
A prevalência da extrema-direita nas redes sociais
deve-se à sua maestria em gerir esse novo mercado de bens simbólicos. Ao
utilizarem uma estética de “contra-informação”, eles oferecem ao seguidor o que
Bourdieu chamaria de lucro de distinção: o seguidor sente que “despertou”, que
possui um conhecimento que a massa ignora. Essa sensação de superioridade
intelectual, paradoxalmente construída sobre a rejeição do saber acadêmico, é
uma das formas mais poderosas de vinculação política na era digital.
● A gramática social do conflito
A hegemonia da extrema-direita nas redes sociais não é um acidente técnico, mas o resultado de uma estratégia minuciosa e de uma agressiva disputa por capital simbólico. Ela soube ler as fissuras no habitus de uma população insegura e oferecer-lhe uma nova gramática social. Enquanto as instituições tradicionais ainda tentam dialogar através da autoridade de seus títulos, a extrema-direita opera na base da identificação emocional e da deslegitimação das categorias de pensamento consagradas. A política na arena digital se consolidou, em última instância, como uma disputa por quem terá o direito e o poder de nomear o que é real.










