quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

● Mãe da rica cotista, bolsista na escola do pai, aprovada no curso de medicina da Uepa, solta os cachorros em cima dos abusados que bateram forte em sua filhota nas redes sociais

Veja aqui o desabafo completo da mãe de Bruna 
Mãe de cotista desabafa sobre polêmica
Quarta-Feira, 14/01/2015, 16:23:14 - Atualizado em 14/01/2015, 17:34:55 
Karla Cancela, mãe da aluna Bruna Cancela, fez um desabafo em sua página no Facebook, nesta quarta-feira (14), após a polêmica aprovação da filha no curso de Medicina da Universidade do Estado do Pará (Uepa). Bruna é filha de um dos sócios de uma escola particular de Belém, e concorreu como cotista por ter por sido bolsista na escola do pai onde concluiu o ensino médio. 
"Falsos moralistas, façam como nós, cuidem das suas vidas. Saiam de suas casas e ganhem seu dinheiro honestamente sem precisar pisar ou humilhar ninguém, opinião é diferente de agressão. Utilizar rede social para despejar seu ódio contra minha filha é fácil, esconder-se atrás de um teclado como o defensor de cotas, disso ou daquilo, também estou acostumada a encontrar todos os dias na minha vida, são os mesmos que vão ao Equipe pedir para declararem seus filhos como bolsistas e não são atendidos, que sonegam seus impostos (sic)”, disse na publicação. 
No texto, Karla fala sobre atitude legal e imoral. “Meu desprezo total e aos que não nos conhecem que criem fóruns de debates sobre o que é legal e imoral? Não praticamos ato imoral, minha filha sempre foi bolsista desde os 3 anos de idade quando começou a estudar, como vários aprovados como cotista em Medicina na UEPA, façam um levantamento na lista de aprovados e vejam qual a situação econômica dos mesmos e julguem com a mesma voracidade com que fizeram conosco, hipócritas virtuais e imorais são vocês que citam nossos nomes sem conhecer nossas vidas e nossa história de luta, pior os que acham que conhecem tem a cara de pau de fazerem posts ferozes defendendo a moral sem saber a verdade”, completou.
A mãe da aluna falou ainda que “o edital do processo seletivo foi divulgado em julho de 2014 e nenhum defensor da moral e da ética procurou informações sobre o assunto”.
Karla criticou ainda o trabalho dos jornalistas, ao dizer que “é muito fácil julgar e emitir opinião sobre o que é divulgado por pessoas inescrupulosas que utilizam a máquina estatal em seu benefício, porém atrás de seus laptops e jornais vestem-se com armadura de éticos e morais”.
(Foto: Reprodução/Facebook) (DOL)

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