sábado, 14 de maio de 2016

Porém, esse jogo sujo, enlameado e nojento não pode servir de teoria àqueles novos agentes políticos, que se propõem a realizar a boa política...

A POLÍTICA COMO INSTRUMENTO DE EXORTAÇÃO DE PODER
O stress econômico pelo qual estamos passando não pode ser interpretado em dissonância com a crise de confiança que a sociedade nutre pela classe política.
Muitos dos políticos que agora estão ausente da vida pública, assim como os que ainda de maneira derradeira estão enraizados no poder agiram, e ainda atuam de maneira dolosa para com a população, notadamente, a menos esclarecida.
Realizam promessas sabidamente inexequíveis com o único intuito, angariar o voto daqueles que ao fim e ao cabo, não conseguem sequer expressar minimamente as suas reais necessidades básicas.
O que vale nesse jogo sujo é o predicado da mentira, vez que, o grupo político na qual têm como líder o candidato, está esfregando as mãos para se apossar do Poder, já que no subconsciente dessas pessoas o único foco é o acomodamento dos meus na viúva, quanto ao resto, a sociedade que se dane, só iremos precisar dela novamente daqui três anos e meio. Quanto as promessas? Iremos cumprir, somente àquelas que compulsoriamente somos obrigado.
Porém, esse jogo sujo, enlameado e nojento não pode servir de teoria àqueles novos agentes políticos, que se propõem a realizar a boa política, a política decente com ideias e proposições que efetivamente possam ser cumpridas e que cheguem objetivamente aqueles destinatários, pelo qual o Poder foi criado, o ser humano.
Assim, se não tivermos no desenvolvimento de ações públicas o ser humano como foco principal esqueçamos tudo, deixemos que a política seja mero instrumento de exortação de Poder.

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