● MATADOR FRIO TENTAVA EMBARCAR DE BELÉM PARA SP, MAS A
POLÍCIA CIVIL ‘TCHEK’ NELE – O bom de gatilho "Bruno Venâncio", uma
lenda viva do crime de pistolagem no Pará, é sergipano, tem 22 anos, é
registrado oficialmente como Bruno Marcos de Oliveira, mas quando ele mata
alguém, muda de nome para fugir – Era noite alta de terça feira, passava das
03:00h da madrugada, o pistoleiro numa tranquilidade de santo, patetando pro tempo, se preparava
para embarcar no aeroporto de Val de Cans, de Belém para São Paulo – Na ocasião
ele era o Anderson Barros do Nascimento, outro personagem que parecia um anjo
dos céus, tomou um cafezinho, comeu um pão de queijo, num desses lanches do aeroporto
que cobra o olho da cara do viajante - “Bruno Anderson” patetava espiando uma mulher gostosa que passava no saguão do aeroporto, ele não sabia que o delegado
Eduardo Rollo, da Divisão de Homicídios, estava só na mutuca espiando pra ele,
no momento em que ele ajeitou o bonezinho na cachola, os homens da lei tchek nele
com a pulseira do Robertos Carlos – No xilindró ele é altamente profissional,
só fala na frente do juiz, engoliu o pão de queijo e não deu um pio, o que a
polícia sabe desse matador é que ele tem uma história covarde de mais de 20
assassinatos, todos ‘as traição’ como diz o caboclo, o peste é traiçoeiro e bom
no gatilho, um perigo, matador de políticos e de empresários e não cobra barato,
reza a lenda.

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