quarta-feira, 1 de agosto de 2018

● Vê se pode... A dupla ‘Estoca Vento’ e ‘Mineirinho’ lidera a pesquisa para o Senado em Minas Gerais – Daí o povo vai para Globo mentir, dizer que quer um Brasil diferente, assim é ralado!

● DILMA E AÉCIO LIDERAM DISPUTA PARA O SENADO, DIZ PESQUISA CNT/MDA - O quadro lembra as eleições presidenciais de 2014, mas trata-se da disputa eleitoral de 2018 em Minas Gerais. Nova pesquisa do instituto MDA sobre o pleito de outubro deste ano no estado traz a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) na liderança na corrida pelas duas vagas que os mineiros ocuparão no Senado. A petista – que não perdeu seus direitos políticos ao sofrer impeachment em 2016, mas que tem sua candidatura questionada – aparece em primeiro lugar, com 21,5% das intenções de voto. O tucano, que não anunciou se será ou não candidato, vem em segundo, com 15%. A decisão de Aécio virá até o próximo domingo, 5, enquanto o veredito final da Justiça Eleitoral sobre Dilma é esperado apenas para setembro – até lá, ela segue candidata normalmente. De acordo com a revista Veja, Dilma tem expectativas de vencer na Justiça, até porque a decisão de manter seus direitos políticos ocorreu em sessão do Congresso conduzida pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que avalizou a saída costurada com os senadores durante a votação do impeachment. Ainda segundo a publicação, logo atrás de Dilma e Aécio, aparecem o apresentador Mauro Tramonte (PRB), com 10,6%, e o empresário Josué Alencar (PR), com 10,4%, o jornalista Carlos Viana (PHS), com 7,7%, e a deputada Jô Moraes (PCdoB), com 7,5%. Fecham a lista, pela ordem, Rodrigo Paiva (Novo), Dinis Pinheiro (SD), Bruno Siqueira (MDB) e Jaime Martins (Pros) – veja abaixo os percentuais de cada um na pesquisa. Na disputa para o governo, o senador Antonio Anastasia (PSDB), que já comandou o estado, segue isolado na liderança, com 21,5%, seguido pelo atual governador, Fernando Pimentel (PT), e o ex-prefeito Márcio Lacerda (PSB), que estão empatados tecnicamente com 13,3% e 9,7%, respectivamente – a margem de erro é de 2,2 pontos para mais ou para menos. (Política Livre)

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