● SHOPPING POPULAR DE SANTARÉM – TEM QUE PRESERVAR A
HISTÓRIA? QUAL HISTÓRIA? – Santarém é a cidade mais antiga do Brasil, a cidade
paraense com ocupação contínua há mais de mil anos. Quando a cidade foi fundada
no século XVII, pelo Padre João Felipe Bettendorff, já havia gente vivendo
aqui, cerca de 5 mil índios, em uma enorme cidade pré-colombiana. E as pessoas
que viviam aqui descendiam das pessoas que viviam aqui desde o século IX. – Então eu pergunto: o Padre Bettendorff preservou alguma maloca de índio para
as gerações futuras? O que o colonizador europeu fez com a história do nosso
povo original? Preservou ou exterminou tudo? – Agora vem mocorongos intelectualizados,
defensores do colonizador, querendo preservar, mas só a história do europeu, imbuídos
do argumento de que essa é a nossa história: “tudo mentira”, - a verdade é que
essa turma foi emprenhada, com a teoria europeia da preservação das ‘casas
velhas’, basta ir em Portugal, para ver que é só casa velha, e eles são imperialistas,
só presta a história deles, a nossa história não vale nadica de nada, a
história dos nossos povos indígenas foi 'ex-ter-mi-na-da' pelo colonizador, mas
há quem defenda agora que o Shopping Popular, não pode ser construído, por causa
que o colonizador Padre João Felipe Bettendorff, rezou a primeira missa naquele
local – Ora seus bobões, então tá, vamos preservar a história: derrubar a
Matriz da Conceição, para reerguer a maloca Tapajó, que ficava naquele local – Veja bem... quando o genial Caetano Veloso chegou em SP, na década de 60, ele escreveu: “Da
força da grana que ergue e destrói coisas belas / Da feia fumaça que sobe,
apagando as estrelas / Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços / Tuas
oficinas de florestas, teus deuses da chuva” – Hoje os poetas saudosistas santarenos,
devem compreender, que Santarém vem recebendo grandes investimentos, e que a
cidade vai se modernizar como SP da década de 60, vocês querendo ou não, assim como Bettendorff, chegou
e mandou derrubar as malocas dos nossos índios, hoje vão derrubar a estátua
dele, para dar seguimento a civilização moderna, pois temos hoje a internet,
para filmar e arquivar tudo para a posteridade – Que venha o novo Shopping
Popular Santarém.
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