segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

● E VOCÊ BRIGANDO NAS REDES SOCIAIS... Ano passado, o Grupo Globo recebeu R$ 65,5 milhões de reais, superando o Grupo Record, que ficou com R$ 53,9 milhões – O presidente Bolsonaro chegou a erguer um cartaz contra a TV Globo em Cascavel (PR), mas agora as emissoras, são as queridinhas do Governo Bolsonaro e tão faturando alto... putitanga!

● GLOBO VOLTOU A SER A NÚMERO UM EM PROPAGANDA OFICIAL NO GOVERNO BOLSONARO - Grupo de comunicação é um dos principais alvos de queixas do presidente, que já posou com um cartaz contendo os dizeres "Globolixo" - Jair Bolsonaro é um crítico contumaz da TV Globo, a quem acusa de fazer oposição ao seu governo, embora o que a emissora faça seja jornalismo. A birra do presidente é tamanha que ele já posou com um cartaz escrito “Globolixo”, hashtag que os seus seguidores sobem com frequência no Twitter toda vez que o bolsonarismo se sente contrariado. O presidente também já ameaçou não renovar a concessão pública da emissora, que vence em outubro deste ano. Mas os ataques públicos não encontram eco nas verbas que a Globo vem recebendo de publicidade oficial. No ano passado, segundo dados da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), as emissoras do grupo receberam 65,5 milhões de reais, o que o colocou novamente em primeiro lugar, voltando a superar a Record, emissora por quem o governo tem mais simpatia pública, que ficou com 53,9 milhões de reais. Em 2020, a situação era inversa: a emissora do bispo Edir Macedo liderava com 59,2 milhões de reais, enquanto o conglomerado da família Marinho vinha em segundo, com 51,9 milhões de reais. A TV Jovem Pan, por quem o bolsonarismo tem simpatia e até faz propaganda nas redes sociais, estreou em outubro e recebeu apenas 43.320 reais, segundo a planilha da Secom, por duas campanhas envolvendo o Auxílio Brasil.

● A QUANTIA DE 65,5 MILHÕES destinada à Globo é a soma de todos os repasses feitos à emissora nacional, a suas afiliadas e aos canais da TV fechada, como Globonews e Multishow. Os repasses foram para a veiculação de campanhas públicas, como as de vacinação, combate ao Aedes Aegypti e uso consciente da água, e de divulgação de iniciativas do governo, como a implantação do 5G. 

 

(Fonte dos Gráficos SECOM – Matéria da Revista Veja Online)

 

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