quinta-feira, 22 de maio de 2025
● EUA – TÁ TUDO VELHO, PIRENTO – UM JUQUIRIZAL SÓ... O JN mostra a decadência no tráfego aéreo dos EUA, região que atende a cidade de Nova York - Equipamentos velhos e ultrapassados, um caos – Ventilador amarrado com ‘invira’ para resfriar os computadores do tempo das telas monocromáticas de fósforo verde – Equipamento que tem a missão de controlar com segurança o tráfego aéreo, tá tudo perereca, sucateado no país que se diz o mais rico do mundo – A coisa tá tão feia, que o presidente Donald Trump aceitou um Boeing 747 zerado, doado pelo Catar, com pena do presidente americano, pois o avião oficial do presidente dos EUA está velho, pirento e disque já voa meio de banda, que nem garça da asa quebrada...Assim é ralado!
● ATRASOS E PANES EM AEROPORTO AMERICANO EXPÕEM PROBLEMAS NO TRÁFEGO AÉREO DO PAÍS MAIS RICO DO MUNDO - Em todo os Estados Unidos, há um déficit de 3 mil controladores de tráfego aéreo. Quem precisa pegar um voo comercial comum tem se deparado com problemas surpreendentes no tráfego aéreo dos Estados Unidos.
Um ventilador para impedir o superaquecimento de computadores ultrapassados. Radares da década de 1960 que pararam de funcionar abruptamente. Controladores de voo sobrecarregados. Essa é a realidade do espaço aéreo mais movimentado dos Estados Unidos. É a região que atende a cidade de Nova York e abriga três aeroportos internacionais: JFK, LaGuardia e Newark.
É no aeroporto de Newark, no estado de Nova Jersey, que essa crise ficou evidente. Nas últimas semanas, os passageiros tiveram que se acostumar com atrasos e cancelamentos recorrentes. O aeroporto é um dos mais movimentados dos Estados Unidos. Em 2024, recebeu mais de 374 mil voos e movimentou 48 milhões de passageiros.
No último mês, por quatro vezes, as telas dos controladores de voo do aeroporto apagaram. A rede de TV CBS teve acesso ao um vídeo que mostra um dos apagões no início do mês: os controladores ficaram um minuto e meio sem contato com os aviões. Em um outro apagão, em horário de pico, a tensão foi tanta que três controladores entraram em licença médica por estresse pós-traumático.
Na torre de Newark, onde deveria haver 38 controladores, existem apenas 22, o que também tem provado muitos atrasos.
Uma americana tentou trocar o voo para outro aeroporto, mas desistiu porque era caro:
“Eu me tremi toda quando vi os vídeos de pessoas esperando horas e horas para embarcar. Pensei: ‘Será que vai acontecer comigo?’”, conta.
Diante deste cenário, a administração federal de aviação decidiu reduzir o número de voos em Newark. Em todo o país, há um déficit de 3 mil controladores de tráfego aéreo. O especialista Michael McCormick afirmou que:
"Esses controladores são obrigados a se aposentar aos 55 anos e aí não conseguimos contratar novas pessoas porque a formação demora. Esse problema piorou com a pandemia porque durante um ano o treinamento ficou suspenso”, afirma.
O governo vai pagar um bônus de até US$ 10 mil para controladores recém-formados e também quer que o Congresso aprove a compra de equipamentos novos. A modernização de toda a rede nacional pode levar até quatro anos. Até lá, a palavra “delayed” – atrasado, em inglês – tende a ganhar cada vez mais espaço nos monitores. (Fonte: Jornal Nacional - 21/05/2025 20h57 Atualizado há 13 horas)
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