quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

● KASSAB É BOM ARTICULADOR – Ele diz que Lula prefere a direita lançando só o Eduardo Bolsonaro, para a esquerda vencer fácil logo no 1° turno – Kassab propõe lançar vários candidatos para enfraquecer a esquerda, e no 2° turno todos se unirem para derrotar o Lula – Porém, vários candidatos da direita concorrendo, podem rachar os votos bolsonaristas e facilitar para o Lula – Tem mais um agravante: Lula é passado na casca do alho e está sentado no trono, que na história do Brasil, o único presidente que não se reelegeu com a máquina na mão está preso... Vamos espiar pra vem em que vai dar essa lambança...rs!


● EDUARDO LEITE, ZEMA, RATINHO JR E CAIADO – KASSAB SOLTARÁ 'FUMACINHA BRANCA' – O PSD buscará alianças com outros partidos de centro-direita para derrotar Lula (PT) nas eleições de 2026 e deixará a cargo do presidente da sigla, Gilberto Kassab, a escolha do nome que liderará a chapa. A informação foi passada nesta quarta-feira (28) pelos três presidenciáveis do partido, os governadores Ratinho Jr. (Paraná), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), e Ronaldo Caiado (Goiás).

Caiado havia anunciado sua saída do União Brasil e filiação ao PSD na noite anterior e se dirigiu pela primeira vez à Faria Lima como integrante da sigla comandada por Kassab.

"Eu sou aqui o calouro dessa filiação, desse partido, e esse assunto, sem dúvida nenhuma, será colocado. Buscaremos, dentro do momento em que tivermos aquele indicado para ser o candidato do PSD, essa aliança. E temos o prazo até julho de 2026 e um espaço até iniciarem as convenções partidárias", disse Caiado.

"Mas tem toda razão, vamos buscar todos os partidos. O MDB, o Republicanos. Eu tenho tentado também ver se eu consigo sensibilizar o pessoal do PP. Mas, no União Brasil, você vê que foi uma saída em que todos entenderam e até disseram que eu tenho toda a prerrogativa de procurar uma alternativa", complementou.

O trio estava acompanhado do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Tarcísio de Freitas (Republicanos), cuja candidatura presidencial perdeu força após Jair Bolsonaro (PL) indicar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como candidato, não esteve presente.

Caiado já teve divergências com Kassab e, em 2015, durante articulações que envolviam a recriação do PL, o governador goiano —que na época era senador— chamou o presidente do PSD de "cafetão do Planalto". Questionado sobre o tema, ele preferiu fazer ataques a Lula.

"Nós estamos dentro de um partido que tem uma preocupação muito grande, que é de poder mostrar que não tem nenhuma candidatura individual", disse o governador. "Quem for indicado terá o apoio dos demais. Agora, nós estamos discutindo um problema muito sério, a eleição de 2026. Não é só ganhar a eleição, é saber como governar o país diante desse colapso instalado de governabilidade pelo Lula", complementou.

"Será possível que, até hoje, ele [Lula] fala que vai combater a fome e não consegue? Há 40 anos que ele fala isso e não consegue até hoje? Qualquer um de nós resolve isso aí em dois anos de mandato", afirmou Caiado. "O que nós temos que esperar agora é o Kassab, está certo? É ele soltar a fumacinha branca [referência à fumaça após consenso em conclave para definição do papa] pra saber quem é que vai ser aqui o ungido para poder ser o candidato a presidente pelo PSD".

Caiado disse ainda que chegou a conversar com Flávio Bolsonaro na casa do senador. "Nós detalhamos esse assunto [lançar candidaturas separadas], mostrando que um número maior [de candidatos] no primeiro turno dá condição de viabilizar o segundo turno. Uma candidatura única no primeiro turno é o que o Lula quer", afirmou. "Não tem nenhum desentendimento em relação a essa postura da centro-direita."

As críticas ao governo Lula foram os pontos que mais atraíram aplausos durante a palestra dos quatro pré-candidatos. Zema reforçou as críticas ao falar aos jornalistas.

"Já manifestei publicamente que estarei apoiando qualquer um deles [do PSD] e também o Flávio no segundo turno contra o PT. Nós temos de lembrar que as propostas nossas com relação às da esquerda são as propostas que vão levar o Brasil para o futuro. Os programas sociais são importantíssimos, mas precisamos ter porta de saída. Não dá para conviver com essa gastança que faz com que o investimento no Brasil seja proibido", disse o mineiro.

Secretário do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo, o presidente do PSD já afirmou que a legenda deve ter candidatura própria, caso o senador Flávio Bolsonaro (PL) mantenha seu nome até o final na corrida eleitoral. (Com informações de: Política Livre)

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