● DIRETO DO REPÓRTER BRASIL URGENTE – ESTÃO QUERENDO
CALAR A PROFESSORA QUE DENUNCIOU O CRIME DE VENENO DO AGRONEGÓCIO NAS ESCOLAS DE
BELTERRA – Um mês após uma decisão judicial publicada em dezembro suspender a
aplicação de agrotóxicos no entorno de 16 escolas e quatro unidades de saúde
cercadas por plantações de soja em Belterra (PA), a professora Heloise Rocha
foi informada de que não daria mais aula na escola municipal de ensino
fundamental onde leciona há uma década.
Nos últimos anos, ela tem sido uma das principais vozes
na denúncia de casos de intoxicação por pesticidas envolvendo alunos e
servidores no município do Planalto Santareno, no oeste do Pará. A
transferência da professora é criticada por entidades sindicais e movimentos
sociais.
Segundo Heloise Rocha, antes do recesso escolar, ela
teria sido alocada na turma de 3º ano do turno da manhã da EMEF Professora
Vitalina Motta. No entanto, em 10 de janeiro, a docente diz ter sido
surpreendida com uma mensagem de WhatsApp enviada pela diretora da unidade,
informando sua transferência.
“Infelizmente, não foi possível mantê-la na escola polo,
pois neste início de ano tivemos uma grande saída de alunos, o que nos levou a
unir as turmas que antes eram separadas”, escreveu a diretora. A transferência
foi para a escola Frei Fabiano, a cerca de 2 km da unidade onde Heloise Rocha
sempre deu aula.
A professora afirma que a Semed (Secretaria Municipal de
Educação) teria utilizado uma estratégia de “imprensar” (juntar) os alunos como
manobra administrativa para justificar a inexistência de carga horária
disponível para ela na escola, forçando assim a transferência. “Qual foi a
motivação para me tirar, se outros concursados têm a mesma carga horária que
eu? Só eu fui transferida”, disse.
Confira a reportagem
completa em https://bit.ly/4a7hSTS
Hélen Freitas


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