No laudo enviado ao magistrado, os médicos afirmam que "com base na anamnese e no exame psíquico, não foi comprovado que o periciado apresenta transtorno depressivo e não consta relatório psiquiátrico acostado aos autos".
Eles responderam também que a necessidade de dieta fracionada de Bolsonaro, a necessidade de controle rigoroso de sua pressão arterial, de hidratação adequada, de prevenção de broncoaspiração e de acesso a exames laboratoriais e de imagem periódicos "são compatíveis com o ambiente carcerário".
O resultado deve dificultar a transferência de Bolsonaro para a prisão domiciliar.
Moraes encaminhou o resultado à PGR (Procuradoria-Geral da República) e só deve decidir depois de receber um parecer. (Por Mônica Bergamo, Folhapress - Fonte: Política Livre)

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