quinta-feira, 6 de agosto de 2026
● O pedido está em andamento no STF à espera de um posicionamento da PGR (Procuradoria-Geral da República), para que o relator, ministro Gilmar Mendes, decida sobre a continuidade do caso.
● VICE DE FLAVIO É ALVO DE PEDIDO DE INVESTIGAÇÃO DA PF NO SUPREMO POR SUSPEITA DE ESTUPRO DE VULNERÁVEL - Anunciado como vice de Flávio Bolsonaro (PL), o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) foi alvo de um pedido de investigação da Polícia Federal no STF (Supremo Tribunal Federal) por suspeita de estupro de vulnerável. Após uma análise prévia, na qual viu elementos para pedir a continuidade da investigação, a PF requisitou ao STF, em abril deste ano, a abertura de inquérito para investigar acusações levadas pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e senadora Soraya Thronicke (PSB-MS). A acusação sustenta que há documentos e áudios que indicam que Gaspar teria mantido uma relação com uma adolescente de 13 anos, que teria resultado em uma gravidez. A denúncia também aponta supostas tentativas de suborno para manter o silêncio da família. O pedido está em andamento no STF à espera de um posicionamento da PGR (Procuradoria-Geral da República), para que o relator, ministro Gilmar Mendes, decida sobre a continuidade do caso. Gaspar nega as acusações e diz que há uma "perseguição política" pela atuação na CPMI do INSS. Afirma ainda que se submeteu a um exame DNA para provar que é inocente. Durante o anúncio, Flávio exaltou o trabalho de Gaspar na CPMI do INSS, na qual pediu o indiciamento de Fábio Luis, o Lulinha, filho do presidente, e também defendeu o combate à corrupção. O deputado também é investigado por suposto desvio de emendas parlamentares. O caso está sendo apurado pelo TCU (Tribunal de Contas da União). A suspeita é sobre repasses de R$ 6 milhões ao município de São José da Laje (AL). Técnicos do tribunal identificaram suspeitas de irregularidades no envio de emendas Pix —mecanismo já investigado pelo STF que permite o envio direto de verbas para estados e municípios. Quando a investigação foi aberta, Gaspar disse que "todas as ações foram realizadas dentro da legalidade e das normas vigentes". (Fonte: Gabriela Echenique/Folhapressa)
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