● SISTEMA SECRETO APREENDIDO PROVA COMPRA DE VOTOS E
CAIXA 2 - A irregularidade não foi um erro formal, mas uma operação planejada
de caixa 2 e compra de votos. Com a apreensão dos computadores do posto, a
investigação acessou o sistema com os nomes autorizados a abastecer sem
controle legal. Na lista constam operadores diretos do ex-prefeito: Franci
Pereira, vereadora da base de Daniel na Câmara, e Elton Nunes, chefe de
gabinete da Prefeitura. Em período eleitoral, combustível sem nota e sem
prestação de contas configura despesa ilícita e abuso de poder econômico. Ao
tentar ocultar as informações sobre o esquema, o gerente acabou levado pela
polícia.
● O MESMO CRIME DA OPERAÇÃO HADES REPETIDO NA CAMPANHA -
A prática reproduz o mesmo padrão investigado pelo Ministério Público do Pará
(MPPA) na Operação Hades. Na ocasião, o MPPA apontou que empresas contratadas
pela Prefeitura de Ananindeua pagaram mais de R$1,8 milhão em combustível
entregue na fazenda JD Agropecuária, ligada a Daniel Santos, com confirmação da
fornecedora e recibos assinados por funcionários do local. Agora, o ex-prefeito
aplica a mesma tática na campanha, utilizando combustível sem registro para tentar
obter vantagem eleitoral.
● FLAGRANTE POLICIAL ESCANCARA O ESQUEMA CRIMINOSO DE
DANIEL SANTOS - Pela legislação, todo combustível de campanha exige identificação
do veículo, nota fiscal e prestação de contas oficial. A apreensão dos sistemas
do posto comprova o funcionamento de uma contabilidade paralela criada para
abastecer a estrutura do candidato à margem da lei. Pressionado por
investigações em licitações, gestão de hospitais e bloqueio de bens, o grupo de
Daniel Santos tem seu método exposto de forma objetiva: gerente detido na
polícia, computadores apreendidos e os nomes de seus aliados registrados na
lista do abastecimento clandestino. (Fonte: Repórter da Grande Belém)
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