domingo, 18 de outubro de 2026

● "A democracia brasileira não pode ser capturada por dinheiro, mentiras e operações clandestinas" diz o o grupo jurídico Prerrogativas sobre esquema que pode manipular a eleição no Brasil.


● PRERROGATIVAS ACIONA PF E JUSTIÇA ELEITORAL PARA PL EXPLICAR CONTRATAÇÃO DE EMPRESA – O grupo jurídico Prerrogativas, acionou a Justiça Eleitoral e a Polícia Federal pedindo investigação sobre a contratação, pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL), de uma empresa que teria oferecido ferramentas no exterior para manipular eleições.

Segundo reportagem do site The Intercept, a empresa Elytron tem entre seus serviços a manipulação política em eleições com uso de inteligência artificial.

A campanha do PL nega e diz que se trata apenas de um serviço de segurança cibernética.

Em notícia de fato dirigida à PF, os advogados Marco Aurélio de Carvalho e Reinaldo Santos de Almeida, do Prerrogativas, apontam documentos que descrevem contas falsas, boatos, deepfakes e operações de guerra psicológica contra adversários.

"A questão é saber se, por trás do discurso de segurança digital, houve contratação de uma máquina de desinformação para interferir na eleição brasileira", afirmam os advogados.

Eles pedem que o PL divulgue os detalhes do contrato e a discrepância nos valores informados. pela campanha.

"Flávio e o PL precisam abrir os contratos e explicar os pagamentos: são R$ 600 mil em notas fiscais válidas da campanha e outros R$ 131,9 mil pagos pelo partido à Elytron. A prestação de contas parcial, porém, declarou despesa de R$ 1 milhão com a empresa. Essa diferença exige esclarecimento, assim como os serviços efetivamente entregues e a eventual participação de estruturas estrangeiras", diz o Prerrogativas.

"A democracia brasileira não pode ser capturada por dinheiro, mentiras e operações clandestinas", acrescenta o grupo jurídico. (Fonte: Fábio Zanini, Folhapress)

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