A presidenta Dilma Rousseff tomou conhecimento – consternada e
indignada – da execução do brasileiro Marco Archer, ocorrida hoje às 15h31 –
horário de Brasília – na Indonésia.
Sem desconhecer a gravidade dos
crimes que levaram à condenação de Archer e respeitando a soberania e o sistema
jurídico indonésio,
a presidenta dirigiu pessoalmente, na sexta-feira última (16), apelo
humanitário ao seu homólogo Joko Widodo para que fosse concedida clemência ao
réu, como prevê a legislação daquele país.
A presidenta Dilma lamenta
profundamente que esse derradeiro pedido, que se seguiu a tantos outros feitos
nos últimos anos, não tenha encontrado acolhida por parte do chefe de Estado da
Indonésia, tanto no contato telefônico como na carta
enviada, posteriormente, por Widodo.
O recurso à pena de
morte, que a sociedade mundial crescentemente
condena, afeta gravemente as relações entre nossos países. Nesta hora, a
presidenta Dilma dirige uma palavra de pesar e conforto à família enlutada.
Mariana
Tokarnia, Agência Brasil

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